A sentença de José Éder incluiu crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
José Éder Lisboa morreu na Argentina foragido da Justiça. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
O adestrador de animais José Éder Lisboa, de 57 anos, morreu na sexta-feira (27), na Argentina. Ele era considerado foragido pelos atos de Atos de 8 de janeiro de 2023. A informação foi confirmada pela Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de janeiro.
José Éder havia sido condenado a 14 anos e seis meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A sentença incluiu crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração de patrimônio tombado e associação criminosa armada.
Segundo a associação, ele enfrentava problemas de saúde, chegou a ser internado por vários dias e não resistiu.
A Argentina concedeu refúgio político ao brasileiro Joel Borges Corrêa, condenado pelo STF por participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
A decisão foi tomada pela Comissão Nacional para Refugiados (Conare) do país vizinho e pode suspender o processo de extradição solicitado pela Justiça brasileira.
Corrêa foi condenado a mais de 13 anos de prisão por envolvimento nos ataques às sedes dos Três Poderes. Após a condenação, ele deixou o Brasil em 2024 e passou a ser considerado foragido pelas autoridades.
O caminhoneiro, morador de Tubarão, em Santa Catarina, atravessou a fronteira e buscou refúgio político na Argentina.Documentos da Conare indicam que o brasileiro alegou perseguição por suas posições políticas.
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