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Donald Trump impõe tarifa de 104% sobre produtos da China

O governo do presidente dos Estados Unidos começará a cobrar sobre os bens importados a partir desta quarta-feira (8).

Fernanda Diniz

08 de abril de 2025 às 15:17   - Atualizado às 15:42

Donald Trump.

Donald Trump. Foto: Reprodução/Instagram

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começará a cobrar tarifa adicional de 50% sobre os bens importados da China nesta quarta-feira, 8 de abril, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. Com esse adicional, o total fica em 104%. 

"Presidente quer fazer um acordo com a China, mas não sabe como começar", disse Leavitt em entrevista coletiva nesta terça-feira, 8.

"Se a China fizer um acordo, presidente ficará afável", afirmou.

Leavitt disse que as negociações sobre as tarifas vão priorizar aliados e parceiros. As negociações serão no modelo one-stop (completas), o que significa que a presença militar e ajuda estrangeira serão pontos considerados nas discussões sobre tarifas, disse a porta-voz.

Leavitt afirmou ainda que estão em andamento conversar sobre tarifas com Israel. Em relação ao Irã, a porta-voz disse que as negociações de sábado serão diretas.

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A medida passou a valer depois que o país asiático não abriu mão da retaliação contra os Estados Unidos dentro do prazo fixado pelo presidente americano Donald Trump, que era até as 13h desta terça-feira (8).

China diz que 'vai lutar'

A China voltou a criticar as tarifas recíprocas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que "está pronta para lutar até o fim" caso Washington leve adiante a aplicação das sobretaxas. Em comunicado, o Ministério do Comércio chinês declarou que se opõe "firmemente" à ameaça do republicano de aplicar tarifas adicionais de 50% sobre produtos importados do país asiático a partir da quarta-feira, 9.

"A imposição de 'tarifas de reciprocidade' pelos EUA carece totalmente de fundamento e representa uma típica prática unilateral e de intimidação. As contramedidas já adotadas pela China visam proteger sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento. A ameaça dos EUA de intensificar as tarifas contra a China é um erro sobre outro, e mais uma vez revela sua natureza coercitiva, algo absolutamente inaceitável para a China", diz a nota da pasta.

Pequim também reforçou o discurso de que não há vencedores em uma guerra comercial e que "o protecionismo não oferece saída".

Segundo o Ministério, pressões e ameaças não são formas "adequadas" de se dialogar com os chineses, que pedem que os americanos "corrijam imediatamente seus erros e cancelem todas as tarifas unilaterais contra a China".

Estadão Conteúdo 
 

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