Donald Trump. Foto: Reprodução/Instagram
O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começará a cobrar tarifa adicional de 50% sobre os bens importados da China nesta quarta-feira, 8 de abril, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. Com esse adicional, o total fica em 104%.
"Presidente quer fazer um acordo com a China, mas não sabe como começar", disse Leavitt em entrevista coletiva nesta terça-feira, 8.
"Se a China fizer um acordo, presidente ficará afável", afirmou.
Leavitt disse que as negociações sobre as tarifas vão priorizar aliados e parceiros. As negociações serão no modelo one-stop (completas), o que significa que a presença militar e ajuda estrangeira serão pontos considerados nas discussões sobre tarifas, disse a porta-voz.
Leavitt afirmou ainda que estão em andamento conversar sobre tarifas com Israel. Em relação ao Irã, a porta-voz disse que as negociações de sábado serão diretas.
A medida passou a valer depois que o país asiático não abriu mão da retaliação contra os Estados Unidos dentro do prazo fixado pelo presidente americano Donald Trump, que era até as 13h desta terça-feira (8).
A China voltou a criticar as tarifas recíprocas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou que "está pronta para lutar até o fim" caso Washington leve adiante a aplicação das sobretaxas. Em comunicado, o Ministério do Comércio chinês declarou que se opõe "firmemente" à ameaça do republicano de aplicar tarifas adicionais de 50% sobre produtos importados do país asiático a partir da quarta-feira, 9.
"A imposição de 'tarifas de reciprocidade' pelos EUA carece totalmente de fundamento e representa uma típica prática unilateral e de intimidação. As contramedidas já adotadas pela China visam proteger sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento. A ameaça dos EUA de intensificar as tarifas contra a China é um erro sobre outro, e mais uma vez revela sua natureza coercitiva, algo absolutamente inaceitável para a China", diz a nota da pasta.
Pequim também reforçou o discurso de que não há vencedores em uma guerra comercial e que "o protecionismo não oferece saída".
Segundo o Ministério, pressões e ameaças não são formas "adequadas" de se dialogar com os chineses, que pedem que os americanos "corrijam imediatamente seus erros e cancelem todas as tarifas unilaterais contra a China".
Estadão Conteúdo
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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