Brasileiros são presos na Argentina. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Três homens do estado do Rio de Janeiro foram detidos por policiais argentinos ao tentarem atravessar a fronteira do Brasil com a Argentina por uma rota clandestina, segundo informou a polícia de fronteira argentina na madrugada deste sábado, 1º de novembro. De acordo com as autoridades, dois dos detidos têm antecedentes por tráfico de drogas.
Os brasileiros foram presos na província de Misiones na sexta-feira (31), acusados de entrada ilegal no país por uma passagem próxima à cidade de Alba Posse, na fronteira com Porto Mauá (RS).
Segundo os agentes argentinos, os três são suspeitos de fugir do cerco ao Comando Vermelho, no Rio de Janeiro. A fuga teria ocorrido após a Operação Contenção, megaoperação conjunta das polícias Civil e Militar do Rio realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte da capital fluminense.
“Até que informações oficiais sejam recebidas do Brasil, os três homens permanecerão sob custódia à disposição das autoridades judiciais”, informou, em nota, a polícia de Misiones.
Os suspeitos foram identificados como Ednei Carlos dos Santos (25 anos), Luís Eduardo Teixeira de Souza (23) e Jackson Santos de Jesus (35), todos naturais de Rio das Ostras, no Norte Fluminense. De acordo com o boletim de ocorrência, dois deles já tinham antecedentes por tráfico de drogas, enquanto o terceiro havia sido processado por agressão.
A operação de prisão foi conduzida pela Brigada de Inteligência Criminal de Fronteira, subordinada à sede provincial, que interceptou o grupo em uma área de mata próxima ao rio Uruguai.
Na quarta-feira, 30 de outubro, o governo do Paraguai decidiu denominar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como terroristas. O país também aumentou o nível de alerta na fronteira com o Brasil para máximo.
A decisão acontece dois dias após uma megaoperação nos complexos da Penha e Alemão, no Rio de Janeiro. Cerca de 2,5 mil policiais civis e militares deflagram a ação contra o CV intitulada Operação Contenção, mirando líderes faccionados e deixou mais de 120 mortos.
A medida segue o exemplo da Argentina, que já havia anunciado na última terça (28) a inclusão das duas facções no Registro de Pessoas e Entidades Vinculadas a Atos de Terrorismo (Repet).
Na ocasião, a ministra da Segurança argentina, Patricia Bullrich, classificou as facções como “narcoterroristas” e afirmou que o país monitora brasileiros presos por envolvimento com os grupos.
“Temos 39 brasileiros detidos, sendo cinco do Comando Vermelho e cerca de oito do PCC”, disse Bullrich em entrevista ao canal La Nación+.
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O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
Ao todo, o ator é acusado de causar um prejuízo equivalente a mais de R$ 300 mil.
A montagem foi compartilhada na plataforma Truth Social e rapidamente provocou críticas de diferentes setores, incluindo aliados do republicano.
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