As apurações apontaram que o esquema era montado por uma estrutura organizada, com funções específicas e comunicação permanente entre seus membros.
Quatro ações civis foram ajuizadas com base na Lei Antifacção para recuperar patrimônio relacionado a crimes como tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.
Por unanimidade, ministros decidiram excluir publicações que relacionavam o presidente a facções criminosas sem apresentar contexto factual para sustentar as associações.
Ele foi preso de setembro de 2025 pela Operação Zargun, que apurava, entre outros fatos, a atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas, de drogas, além de corrupção.
Além disso, o casal de pastores e a filha, missionária, são investigados por supostamente utilizar um projeto social em um presídio para dar suporte ao Comando Vermelho.
Presidente do STF afirmou que o país exercerá sua soberania e disse que criação de varas especializadas contra o crime organizado foi planejada antes das medidas adotadas.
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