Jimmy Kimmel. Foto: Reprodução/Instagram.
A Sinclair Broadcast Group, afiliada da emissora ABC, decidiu que não voltará a transmitir o talk show Jimmy Kimmel Live!, mesmo com o programa retornando ao ar nesta terça-feira, 23 de setembro, após uma suspensão temporária.
O programa foi suspenso na semana passada depois que o apresentador Jimmy Kimmel fez declarações sobre o assassinato do ativista de direita Charlie Kirk.
Durante um monólogo exibido na segunda-feira, 15 de setembro, Kimmel sugeriu que o acusado pelo crime, Tyler Robinson, teria ligações com apoiadores do movimento "Make America Great Again" (MAGA), associado ao ex-presidente Donald Trump.
Apesar de a ABC retomar a exibição do programa, a Sinclair decidiu não acompanhá-la, afirmando que as declarações de Kimmel foram "inapropriadas e profundamente insensíveis".
"As declarações do senhor Kimmel foram inapropriadas e profundamente insensíveis em um momento críticos de nosso país. Sinclair não planeja devolver ‘Jimmy Kimmel Live!’ ao ar até que tenhamos a confiança de que passos apropriados foram tomados para manter os padrões que esperamos de uma plataforma de transmissão nacional", disse Jason Smith, vice-presidente da Sinclair Broadcast.
Jason também solicitou que Jimmy Kimmel faça um pedido de desculpas público à família de Charlie Kirk e que realize uma doação em dinheiro à fundação criada pelo ativista.
A volta do programa de Kimmel ao ar ocorre após a Disney, proprietária da ABC, informar que teve uma conversa com o apresentador sobre o episódio.
"É uma decisão que tomamos porque consideramos que alguns dos comentários eram inoportunos. Passamos os últimos dias em conversas profundas com Jimmy e então decidimos que o programa volta ao ar na terça-feira – disse a empresa nesta segunda-feira (22)".
1
2
09:33, 01 Abr
25
°c
Fonte: OpenWeather
Após dois anos de queda, economia argentina volta a crescer impulsionada pelo setor agrícola e investimentos; indústria manufatureira ainda registra retração.
Presidente promulga lei que prevê até 10 anos de prisão para "atos contra a natureza" e multas de R$ 90 mil; medida ignora apelos da ONU e HRW.
Empresário, dono de uma boate em Havana e influenciador digital, Sandro ganhou notoriedade nas redes sociais ao publicar vídeos com tom satírico sobre a realidade cubana.
mais notícias
+