O projeto "Três Nordestinos Um por Todos e Todos pelo Forró" reúne 13 faixas e aposta em um repertório marcado por clássicos que atravessam gerações.
04 de maio de 2026 às 18:40 - Atualizado às 18:45
Da esquerda Targino, Santanna e Flávio José. Foto: Divulgação
Três nomes consagrados da música nordestina se uniram para um projeto que celebra e reforça a identidade do forró tradicional. Flávio José, Targino Gondim e Santanna “O Cantador”, lançaram o álbum audiovisual “Três Nordestinos – Um por Todos e Todos pelo Forró”, gravado na Ilha do Rodeadouro, em Juazeiro, na Bahia, às margens do Rio São Francisco.
O trabalho reúne 13 faixas e aposta em um repertório marcado por clássicos que atravessam gerações. Mais do que um registro musical, o projeto surge como uma valorização das origens do gênero, resgatando composições que ajudaram a consolidar o forró como expressão cultural do Nordeste.
Entre as músicas escolhidas estão títulos conhecidos do público, como “Riacho do Navio”, “Respeita Januário”, “Vida de Viajante”, “Eu Só Quero um Xodó” e “Esperando na Janela”, canções que carregam a assinatura de nomes históricos como Luiz Gonzaga, Humberto Teixeira, Dominguinhos e Anastácia.
Para Targino Gondim, a iniciativa também reflete um posicionamento diante das transformações no cenário musical atual. Segundo ele, o momento pede reforço na valorização das raízes do forró diante da popularização de estilos mais imediatistas.
“Temos grandes nomes no Nordeste. Flávio e Santanna já mostram há muito tempo a grandeza do que fazem”, afirmou o artista em entrevista. Ele destacou ainda que o projeto busca mostrar que o forró segue vivo e relevante.
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Apesar da forte ligação com o estilo tradicional, Targino evita rótulos e define o trabalho como um forró que dialoga com diferentes públicos. Já Flávio José e Santanna mantêm a trajetória consolidada como representantes das vertentes mais autênticas do gênero.
Além do lançamento, o projeto também se conecta com o início do ciclo junino de 2026, período em que o forró ganha ainda mais visibilidade em todo o país. Para os artistas, preservar a essência das festas é fundamental para manter viva a cultura nordestina.
“É preciso respeitar essas tradições para que elas não se percam com o tempo”, resume Targino Gondim.
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O religioso também afirmou que se sente alvo de perseguição e disse que pretende expor os responsáveis pelas publicações.
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