Brian Johnson, mais conhecido como "Liver King", virou fenômeno nas redes sociais ao defender um estilo de vida baseado em hábitos considerados "ancestrais".
Homem que come carne crua. Foto: Reprodução/Internet
Brian Johnson, mais conhecido como “Liver King”, virou fenômeno nas redes sociais ao defender um estilo de vida baseado em hábitos considerados “ancestrais”. Ele promovia uma rotina extrema que incluía o consumo de carne crua, órgãos de animais, ausência de tecnologia e exposição intencional ao desconforto.
Seu discurso atraiu milhões de seguidores e também críticas severas, especialmente após denúncias que colocaram sua autenticidade em xeque.Criado no Texas, Johnson cresceu sem a presença do pai e com autoestima fragilizada.
Segundo relatos no documentário Untold: O Rei do Fígado, ele encontrou na academia e nos filmes de ação dos anos 1980 uma válvula de escape emocional. Com o passar do tempo, sua obsessão por força e vigor físico se transformou em um negócio milionário: ele fundou a Ancestral Supplements, marca especializada em suplementos naturais derivados de fígado e outros órgãos.
A rotina proposta por Brian ia muito além da dieta. Seus filhos adolescentes e sua esposa também seguiam os chamados “9 dogmas ancestrais”, que incluíam comer testículos de animais, evitar o uso de celulares, dormir no chão e praticar atividades físicas intensas.
Os vídeos que mostravam essa rotina circulavam nas redes e chamavam atenção pela intensidade. Alguns internautas chegaram a acusar Johnson de impor práticas abusivas à família, mas os filhos afirmavam seguir o estilo de vida por livre vontade.
Apesar de afirmar por anos que seu físico era resultado apenas da dieta e da disciplina, Johnson teve seu segredo revelado em 2022. Documentos vazados mostraram que ele utilizava hormônios sintéticos, com gastos mensais de dezenas de milhares de dólares em esteroides anabolizantes.
Após a divulgação, ele gravou um vídeo admitindo o uso dos produtos e pediu desculpas a seus seguidores, afirmando que agiu por insegurança e desejo de aceitação.
A confissão gerou forte repercussão. Ele perdeu patrocínios, parte da base de seguidores e passou a ser visto por muitos como um exemplo de hipocrisia digital. A queda foi ainda mais acentuada quando piadas públicas e críticas de figuras influentes, como o podcaster Joe Rogan, ganharam destaque nas redes.
A situação se agravou recentemente, quando Johnson foi preso por ameaçar Joe Rogan nas redes sociais. A polícia deteve o influenciador em um hotel na cidade onde Rogan reside, após ele viajar até o local motivado por mensagens hostis que havia publicado online. Embora não tenha havido contato direto entre os dois, o episódio chamou atenção da imprensa internacional.
Após a prisão, Johnson foi liberado sob condições judiciais, incluindo restrições no uso das redes sociais e acompanhamento psiquiátrico. A repercussão do caso abalou ainda mais sua reputação, que já vinha em declínio desde a revelação do uso de substâncias proibidas.
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A crítica aconteceu após vídeo dele com a influenciadora Virginia Fonseca para anunciar participação no próximo Domingão com Huck.
Entre os dias 30 de abril e 3 de maio, a cidade será palco de quatro dias de pura emoção, com shows de artistas renomados do forró e da música nordestina.
A dinâmica exige concentração e preparo físico, já que os participantes precisam se manter nas bases giratórias por tempo indeterminado.
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