Débora Bloch. Foto: Reprodução/GNT.
A atriz Débora Bloch participou do programa Conversa com Bial, exibido na noite de sexta-feira, 10 de outubro, na GNT, e falou sobre o impacto de sua atuação como Odete Roitman no remake de Vale Tudo, novela escrita por Manuela Dias e exibida pela TV Globo.
Durante o bate-papo, Débora refletiu sobre a repercussão da personagem e compartilhou momentos curiosos dos bastidores, incluindo o segredo mantido sobre o retorno de Leonardo, personagem interpretado por Guilherme Magon.
A atriz contou que percebeu a força de sua interpretação quando passou a ser chamada de “Odete Roitman” até por amigos em festas.
“As pessoas me veem e me chamam de Odete. É impressionante como essa personagem tomou uma dimensão enorme, dentro e fora da novela”, contou, sorrindo.
Débora reconheceu ainda que vive um dos papéis mais marcantes de sua carreira.
“A missão foi cumprida com louvor”, disse, ao comentar a complexidade de dar vida a uma das maiores vilãs da teledramaturgia brasileira.
Durante a entrevista, Débora também falou sobre o destino da personagem e surpreendeu ao afirmar que, se Odete existisse na vida real, deveria ser julgada e condenada.
“Deveria ser julgada, condenada e punida. E sem PEC da blindagem. E sem anistia”, declarou.
A fala, que fez alusão aos debates políticos recentes no Brasil, arrancou risadas do apresentador Pedro Bial, que reagiu com bom humor ao comentário espirituoso da atriz.
Odete Roitman é uma das vilãs mais icônicas da televisão brasileira. A personagem marcou época em Vale Tudo (1988), novela que discutia os valores éticos e morais da sociedade. Décadas depois, o mistério em torno de “quem matou Odete Roitman?” segue sendo lembrado como um dos momentos mais emblemáticos da teledramaturgia nacional.
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O evento terá caráter beneficente e contará com a participação de ex-jogadores da Seleção Brasileira, atletas com passagem por grandes clubes do futebol nacional e nomes ligados ao futebol pernambucano.
Detalhes da história ainda não foram divulgados, mas a promessa é que a nova versão faça alterações e atualize de alguma forma a primeira obra.
"Os estúdios às vezes buscam grandes vencedores do Oscar, mas os vilões mais eficazes costumam ser atores que o público reconhece, mas não conhece completamente", disse fonte ligada a produção do longa.
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