O número de vítimas ainda pode aumentar à medida em que as equipes de resgate avançam sob os escombros.
05 de outubro de 2023 às 19:46
A Rússia lançou um dos ataques mais violentos contra civis ucranianos e matou pelo menos 51 pessoas, incluindo uma criança de seis anos. Os mísseis atingiram prédios comerciais no vilarejo de Hroza, na região de Kharkiv, nesta quinta-feira, 5 de outubro, no momento em que dezenas de pessoas estavam reunidas para um funeral. O número de vítimas ainda pode aumentar à medida em que as equipes de resgate avançam sob os escombros. "Foi um ataque terrorista totalmente deliberado e brutal", denunciou o presidente Volodmir Zelenski nas redes sociais. O texto foi acompanhado por três fotos que mostram a destruição e o trabalho dos socorristas depois do bombardeio. Leia também: >>> PRESIDENTE de Belarus CONVIDA LULA para discutir PAZ entre RÚSSIA E UCRÂNIA "Estamos agora concentrados com os líderes europeus em fortalecer a nossa defesa aérea, reforçar as nossas tropas e proteger o nosso país do terror", concluiu Zelenski na publicação. https://twitter.com/ZelenskyyUa/status/1709948264072556939?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1709948264072556939%7Ctwgr%5E0328022213a734600a177e09663a65f461f21707%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fgazetabrasil.com.br%2Fmundo%2F2023%2F10%2F05%2Fataque-russo-contra-cafe-e-mercado-deixa-ao-menos-51-mortos-na-ucrania%2F No momento em que os mísseis russos caíram sobre Kharkiv, o líder ucraniano estava na Espanha, onde participou de uma reunião com chefes de Estado da Europa. E aproveitou para pedir mais armas. Depois do encontro, Zelenski anunciou que Espanha e Alemanha devem fornecer a Kiev mais sistemas de defesa aérea Hawk e Patriot, respectivamente. Sem isso, afirmou Zelenski, é impossível proteger a população. O apelo foi endossado pelo recém nomeado ministro da Defesa, Rustem Umerov, que declarou: "a Ucrânia precisa de mais sistemas de defesa aérea para proteger o País do terror". O ataque foi um dos mais letais para os civis ucranianos desde o início da guerra e deixou "horrorizada" a coordenadora humanitária da ONU para a Ucrânia, Denise Brown. "As imagens vindas desta aldeia, onde vivem pouco mais de 300 pessoas, são absolutamente horríveis", repudiou em nota. Na mesma linha, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, condenou o bombardeio e lembrou que ataques contra civis ou infraestruturas civis são proibidos pelo direitos internacional e devem cessar imediatamente. As investigações estão em andamento para determinar o tipo de arma usado no ataque, no entanto, as informações iniciais apontam que seria um míssil de fabricação russa. O Kremlin até agora se mantém em silêncio sobre o caso, mas costuma negar qualquer ataque contra alvos civis, uma resposta padrão. O vilarejo atingido pelo bombardeio fica a cerca de 30 km da linha de batalha em Kharkiv, perto da fronteira entre os dois Países. A região foi ocupada por Moscou ainda no início da guerra, mas cercada de volta por Kiev, na ofensiva de setembro, quando a Ucrânia impôs um golpe aos invasores. É nesse frente de combate que a Rússia tem aumentado a pressão para dificultar a esperada e lenta contraofensiva ucraniana. Na capital regional de mesmo nome, também chamada Kharkiv, os bombardeios têm sido constantes. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS). Estadão Conteúdo
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