Refrigerante. Foto: Reprodução / Freepik
Pessoas que consomem regularmente refrigerantes dietéticos e outras bebidas adoçadas artificialmente devem ficar atentas. Um estudo, publicado na revista Circulation: Arrhythmia and Electrophysiology, aponta que o consumo de dois litros ou mais por semana dessas bebidas, o equivalente a cerca de um refrigerante diet de tamanho médio por dia, está associado a um aumento de 20% no risco de desenvolver fibrilação atrial, um tipo de batimento cardíaco irregular.
Conhecida como A-fib, a fibrilação atrial é descrita por muitos como um “tremor”, “vibração” ou sensação de “flip-flop” no peito. A condição é considerada grave, pois pode levar a complicações como AVC (Acidente Vascular Cerebral), coágulos sanguíneos, insuficiência cardíaca e até demência.
Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), os AVCs causados por A-fib tendem a ser mais severos do que os provocados por outras causas.
Além das bebidas diet, o estudo também analisou o impacto do consumo de bebidas adoçadas com açúcar. A ingestão de um volume semelhante, cerca de dois litros por semana, elevou em 10% o risco de desenvolver a arritmia.
Por outro lado, o consumo moderado de sucos naturais e sem adição de açúcar, como suco de laranja ou de vegetais (em torno de 120 ml por dia), foi associado a um risco 8% menor de desenvolver a condição.
A pesquisa avaliou dados de quase 202 mil pessoas, com idades entre 37 e 73 anos, acompanhadas por uma média de 10 anos através do UK Biobank, um grande banco de dados biomédico do Reino Unido.
A associação entre o consumo dessas bebidas e o risco cardíaco se manteve mesmo após os pesquisadores considerarem fatores genéticos.
Um estudo anterior, de 2017, já havia indicado que pessoas com ascendência europeia têm até 22% de risco hereditário para fibrilação atrial.
Apesar de os dados apontarem apenas uma correlação, e não uma relação de causa e efeito, especialistas alertam para a necessidade de cautela.
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