Produtor detido e Oruam na cadeia. Fotos: Divulgação. Arte: Portal de Prefeitura
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu em flagrante na segunda-feira, 18 de agosto, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, o produtor musical Leandro de Souza Almeida da Silva Filho, de 26 anos, conhecido como Leandrinho. Ele trabalha com o rapper Oruam.
A prisão foi realizada por agentes da 57ª DP (Nilópolis), no âmbito da Operação Shamar, força-tarefa nacional de combate à violência contra a mulher.
De acordo com as investigações, Leandro é acusado de agredir, injuriar e ameaçar a namorada durante uma crise de ciúmes. A vítima relatou que foi esganada, empurrada de uma escada e ameaçada de morte.
Após receber atendimento médico, ela procurou a delegacia para registrar a ocorrência e solicitar medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.
Segundo a Polícia Civil, o suspeito não resistiu à prisão, mas precisou ser algemado devido ao histórico de agressividade. Ele será encaminhado ao sistema prisional e passará por audiência de custódia.
A mãe de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o rapper Oruam, está sendo acusada de corrupção por funcionários da Câmara Municipal de Belford Roxo, no Rio de Janeiro, na região da Baixada Fluminense. Servidora pública há mais de 10 anos, Márcia Gama ocupa o cargo de técnico jurídico legislativo, cujo salário é de R$ 4,2 mil mensais.
Segundo a reportagem da revista Veja, que entrevistou servidores da Casa legislativa, revelaram, em anonimato, que Márcia não comparece no local de trabalho há anos. A denúncia sugere que a genitora de Oruam, atua como funcionária fantasma. De acordo com os relatos, nem mesmo a folha de pagamento era assinada por ela.
Após a divulgação da matéria da Veja, o vereador e presidente da Câmara, Markinho Gandra (União), determinou o afastamento da servidora. A decisão foi oficializada através de uma portaria publicada na sexta-feira, 1º de agosto, informando que o afastamento de Marta se dá "para tratar assuntos particulares e sem remuneração".
No entanto, po meio de nota, a Casa afirmou que a mãe de Oruam exercia suas funções normalmente.
Além do cargo público, Márcia administra duas empresas, uma voltada para limpeza de calçados e outra de moda feminina. Nas redes sociais, onde soma mais de 350 mil seguidores, costuma publicar declarações de afeto ao filho Oruam, preso desde 22 de julho, e ao marido, Marcinho da VP, apontado como traficante líder da facção Comando Vermelho.
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Segundo equipes de patrulhamento, a dupla de turistas, pai e filho, perceberam o golpe depois de realizar o pagamento em uma máquina de cartão de crédito.
Os disparos foram registrados em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites, localizado dentro do campus.
Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
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