Momento em que homem é preso, em Pernambuco. Foto: Reprodução
Na manhã da terça-feira, 1º de julho, um homem de 38 anos foi preso por suspeita de cometer estupro de vulnerável contra a filha de 11 anos, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A Polícia Civil (PCPE), registrou o caso através da 4ª Delegacia de Polícia da Mulher do Município.
Segundo a corporação, foi cumprido um mandado de prisão contra o agressor, cuja identidade não foi revelada, pelo crime. Ainda de acordo com a PCPE, as investigações indicaram que a vítima sofria violência sexual desde os seis anos de idade.
O pai da menor foi encaminhado para uma audiência de custódia e ficou à disposição da Justiça.
A polícia não detalhou sobre como os abusos foram denunciados.
Em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, um pastor de 32 anos foi preso na terça-feira, 1º de julho, acusado de estuprar a enteada de 12 anos. Após o Conselho Tutelar receber a denúncia do crime, a Delegacia da cidade foi acionada para efetuar a prisão.
Segundo informações da Polícia Civil, as investigações apontam que a adolescente estava sendo abusada há cerca de uma semana, inicialmente sem que houvesse conjunção carnal. No entanto, na madrugada da terça, o homem teria tentado uma relação sexual com a menor.
O pastor foi conduzido para a delegacia pelos policiais após serem ouvidos pelas conselheiras tutelares. No depoimento, o acusado confessou o crime, relatando que vinha abusando da menina e apresentou detalhadamente dos acontecimentos da noite anterior, quando teria tentado consumir o ato.
Na confissão, o criminoso alegou que a vítima "havia aberto a porta para ele fazer isso". De acordo com os agentes, durante todo o depoimento, o padrasto demonstrou preocupação apenas com a possibilidade de perder a posição na igreja, não apresentando arrependimento quanto ao crime cometido.
O acusado permanece preso e está à disposição da Justiça. A corporação continuará com a investigação até a conclusão do inquérito.
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Recurso tenta derrubar decisão que manteve marca ligada ao tradicional bloco carnavalesco.
Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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