Pernambuco, 08 de Abril de 2026

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MPPE recomenda medidas emergenciais em três escolas do Cabo de Santo Agostinho; saiba quais 

Intervenções buscam corrigir falhas estruturais, sanitárias e de segurança para garantir ensino digno a alunos da rede municipal.

Portal de Prefeitura

08 de abril de 2026 às 14:51   - Atualizado às 14:56

Lula Cabral.

Lula Cabral. Foto: Roberto Marques/Divulgação

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania local, emitiu uma recomendação oficial à Prefeitura e à Secretaria de Educação do Cabo de Santo Agostinho. O documento cobra medidas emergenciais para sanar problemas estruturais, sanitários e de segurança detectados em três unidades de ensino da rede municipal.

De acordo com a promotora de Justiça Manoela Poliana Eleutério de Souza, as intervenções são essenciais para assegurar que crianças e adolescentes tenham acesso ao direito constitucional à educação em condições de dignidade e salubridade.

Situação Crítica nas Unidades Escolares

As inspeções realizadas pelo MPPE detalharam cenários de precariedade que variam de riscos de desabamento a infestações de pragas. Confira os principais pontos destacados para cada escola:

Escola Edmar Moury Fernandes

Funcionando há quatro anos em um imóvel residencial adaptado, a unidade apresenta o cenário mais grave.

Escola Nossa Senhora de Fátima

A unidade sofre com abandono de infraestrutura e falta de suporte pedagógico especializado.

  • Problemas: Salas sem teto e piso, infestação de cupins, mobiliário deteriorado e ausência de Atendimento Educacional Especializado (AEE) no turno da tarde.

  • Exigências: Limpeza e dedetização imediata, instalação de novos equipamentos (como bebedouros que estão guardados), regularização do AEE e reforma da área externa.

  • Escola Santo Antônio

    Nesta unidade, os problemas de saneamento e acessibilidade são o foco principal.

    • Problemas: Mau cheiro em salas e banheiros devido a falhas no esgoto, rachaduras estruturais, rede elétrica precária e falta de mobiliário para as refeições dos alunos.

    • Exigências: Manutenção do sistema de esgoto, criação de sala para atendimento especializado, reparos elétricos e avaliação técnica da estrutura do prédio.

    Fundamentação Legal e Prazos

    As recomendações fundamentam-se na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que estabelecem a obrigatoriedade do Estado em manter padrões mínimos de infraestrutura escolar.

    As medidas foram publicadas no Diário Oficial Eletrônico do MPPE em 31 de março de 2026. A gestão municipal deve agora apresentar informações detalhadas sobre as providências adotadas e o cronograma de execução das obras para evitar medidas judiciais cabíveis.

    Canais de Apoio:

    • Ouvidoria do MPPE: Para denúncias sobre infraestrutura escolar, cidadãos podem entrar em contato com o Ministério Público local.

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