Jovem é internado após passar dias com ereção contínua causada por uso de tadalafila Foto: Reprodução
Um jovem deu entrada em uma unidade de saúde após passar mais de duas semanas com ereção persistente. O caso foi registrado na Bahia e repercutiu após ser divulgado pelo programa Alô Juca, da TV Aratu.
Segundo as informações, o quadro se desenvolveu após o uso de um comprimido de tadalafila, remédio usado para tratar disfunção erétil.
O paciente permanece internado em observação. A equipe médica identificou o problema como priapismo, uma condição que provoca ereções prolongadas, dolorosas e que não têm relação com estímulo sexual.
O quadro costuma ser considerado grave a partir de quatro horas seguidas de ereção. A demora no atendimento pode comprometer a circulação sanguínea no pênis e causar sequelas irreversíveis, incluindo a perda da função erétil.
De acordo com especialistas, a tadalafila e outros medicamentos similares, como o sildenafil, vêm sendo consumidos com frequência por homens jovens em situações que não exigem tratamento médico.
A procura pelo uso do medicamento aumentou principalmente em festas, encontros sexuais e até em academias, onde os comprimidos são vendidos de forma informal, sem qualquer orientação de um profissional da saúde.
A automedicação, no entanto, apresenta riscos sérios. Além do priapismo, o uso indevido pode causar queda de pressão, dores no peito, taquicardia, dor de cabeça intensa, distúrbios na visão e, em casos mais severos, pode gerar complicações cardiovasculares. A situação se agrava ainda mais quando o remédio é combinado com álcool ou outras substâncias estimulantes.
A tadalafila é um medicamento aprovado pela Anvisa, vendido sob receita médica. Seu uso se destina a pacientes com disfunção erétil diagnosticada ou problemas de circulação que afetam a área genital.
No entanto, na redes sociais, é comum encontrar relatos de quem faz uso do remédio por conta própria, em busca de melhorar o desempenho sexual ou causar efeitos momentâneos de aumento da libido.
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Abacate, chia, mamão e outros alimentos fornecem nutrientes essenciais, mas não são milagrosos.
Toxinas da espécie brasileira do gênero Phoneutria atuam no sistema nervoso e, em casos raros, podem causar priapismo após a picada.
Contrato do treinador prevê cerca de R$ 2,1 milhões mensais e seguirá válido até o fim do vínculo ou até que ele assuma outro clube.
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