Momento em que homem é detido pela polícia. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Na tarde da quinta-feira, 16 de outubro, um homem suspeito de importunar sexualmente uma criança de 8 anos, foi preso. O crime ocorreu dentro de um ônibus que fazia a linha 852 Caixa D'água/TI Xambá enquanto a menina estava acompanhada da avó e mãe, que percebeu o comportamento do indivíduo.
Segundo a mãe da vítima, o suspeito teria aberto a bermuda e mostrado a genitália enquanto olhava para a menor. Após notar a conduta, a mulher o questionou e agrediu o homem, na tentativa de defender a filha. Ela também comenta que o passageiro subiu no transporte no mesmo momento que as três, depois de passar um tempo encarando a criança.
Mesmo com o coletivo com poucos usuários, o motorista tentou conter a situação. A menina teria ficado assustada com a situação e chorado.
O homem foi detido por uma equipe da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) e encaminhado para a Delegacia da Mulher de Olinda, localizada no bairro de Casa Caiada.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou no dia 4 de outubro, a soltura do médico e ex-deputado estadual, Iram de Almeida Saraiva Júnior, de 38 anos, preso na última quarta-feira (1º) sob suspeita de estuprar uma criança de 3 anos. A decisão liminar foi concedida pela desembargadora Gizelda Leitão Teixeira, que apontou a falta de provas concretas e de indícios suficientes de autoria que justificassem a manutenção da prisão preventiva.
A magistrada destacou que, até o momento, não há elementos que sustentem a acusação de forma consistente, e por isso entendeu que a prisão deveria ser revogada. O médico, que atuava em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, foi detido pela Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav) em um apartamento localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital.
O pedido de prisão havia sido apresentado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) após seis meses de investigações. Durante o processo, a polícia realizou entrevistas especiais com a vítima e recolheu materiais para análise. O celular do médico também foi apreendido como parte das diligências. Apesar da decisão favorável, Iram seguirá sendo investigado enquanto o caso permanece sob apuração.
Em nota divulgada neste sábado, a defesa do médico comemorou a decisão e classificou a prisão como “injusta”. Os advogados afirmaram que o cliente é alvo de uma “grave acusação falsa” e que a liminar representa uma vitória dos princípios constitucionais da presunção de inocência e da dignidade humana. A equipe jurídica também reforçou que confia na comprovação da inocência de Iram ao final do processo.
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Familiares afirmam que a garota havia saído de casa acompanhada do pai com a intenção de ir a uma pizzaria, mas o homem retornou sozinho.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
Condenado pelo homicídio, ex-goleiro cedeu uma entrevista a um podcast e falou sobre o caso. Ele também falou sobre o relacionamento com o filho.
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