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Caso Eliza Samudio: goleiro Bruno admite erro e cita Macarrão e envolvimento de facção criminosa

Condenado pelo homicídio, ex-goleiro cedeu uma entrevista a um podcast e falou sobre o caso. Ele também falou sobre o relacionamento com o filho.

Pedão Repórter

13 de fevereiro de 2026 às 14:05   - Atualizado às 14:11

Goleiro Bruno fala sobre caso Eliza Samudio.

Goleiro Bruno fala sobre caso Eliza Samudio. Fotos: Reprodução / Redes Sociais

O ex-goleiro Bruno voltou a comentar publicamente o caso que marcou sua trajetória dentro e fora dos gramados. Condenado pela morte de Eliza Samudio, ele reconheceu que errou ao se omitir diante da situação que culminou no crime, ocorrido em 2010.

As declarações foram dadas em entrevista recente ao Geral Podcast e repercutiram nas redes sociais, reacendendo debates sobre o caso que teve enorme impacto nacional.

Admite ser omisso

Durante a conversa, Bruno afirmou que não foi o mandante do assassinato, mas admitiu que tinha conhecimento de que algo grave poderia acontecer. Ao relembrar o julgamento, ele declarou que reconhece a própria falha por não ter impedido o desfecho trágico.

“Eu não mandei fazer isso. Mas eu sabia. Eu fui omisso. O meu erro na situação foi ter sido omisso”, afirmou o ex-jogador ao comentar o episódio.

Ele ainda disse que sua omissão não o transforma em inocente, mas que também não aceita a imagem de “monstro” que, segundo ele, foi construída ao longo dos anos. “Não sou demônio. Errei, fui omisso, mas não sou isso que pintaram”, declarou.

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O ex-goleiro Bruno Fernandes voltou a comentar publicamente o caso que marcou sua trajetória dentro e fora dos gramados. Condenado pela morte de Eliza Samudio, ele reconheceu que errou ao se omitir diante da situação que culminou no crime, ocorrido em 2010.

As declarações foram dadas em entrevista recente a um podcast e repercutiram nas redes sociais, reacendendo debates sobre um dos episódios criminais mais marcantes do país.

Admissão de omissão

Durante a conversa, Bruno afirmou que não foi o mandante do assassinato, mas admitiu que tinha conhecimento de que algo grave poderia acontecer. Ao relembrar o julgamento, ele declarou que reconhece a própria falha por não ter impedido o desfecho trágico.

“Eu não mandei fazer isso. Mas eu sabia. Eu fui omisso. O meu erro na situação foi ter sido omisso”, afirmou o ex-jogador ao comentar o episódio.

Ele ainda disse que sua omissão não o transforma em inocente, mas que também não aceita a imagem de “demônio” construída ao longo dos anos. “Eu não sou demônio. Eu errei, fui omisso, mas não sou isso que pintaram”, declarou.

Macarrão e envolvimento de facção

Na entrevista, o ex-goleiro também mencionou o envolvimento de outras pessoas no caso, entre elas Luiz Henrique Romão, conhecido como Macarrão, que foi apontado pela Justiça como um dos participantes do crime.

O ex-atleta afirmou que havia influência de pessoas ligadas a uma facção criminosa no contexto dos acontecimentos, embora não tenha apresentado detalhes ou provas adicionais durante a conversa. Segundo ele, o ambiente em que estava inserido à época envolvia indivíduos com esse tipo de ligação.

“Tinha muita coisa por trás que as pessoas não sabem. Tinha gente envolvida com facção”, disse, sem aprofundar a afirmação.

Relação com o filho

Outro ponto abordado foi a relação com o filho, que tinha apenas três meses quando Eliza desapareceu. O menino foi criado pela avó materna e hoje atua nas categorias de base do Botafogo.

Bruno afirmou que espera, no momento certo, ter uma conversa direta com o filho sobre o passado. Segundo ele, essa explicação deve acontecer de forma reservada.

“Isso é algo que precisa ser falado entre eu e ele, no tempo certo”, declarou.

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