Homem é preso por fingir ser líder religioso e abusar mulheres. Foto: Divulgação
Um homem de 47 anos foi preso na segunda-feira, 9 de fevereiro, suspeito de fingir ser um líder religioso para cometer crimes sexuais contra mulheres no Guarujá, no litoral sul de São Paulo. A Polícia Civil afirmou que o suspeito usava diferentes pretextos para praticar os abusos. O homem não foi identificado e, por isso, não foi possível localizar sua defesa
Segundo as investigações, ele drogava as vítimas as induzindo a ingerir bebidas preparadas com ervas - ele alegava que isso fazia parte de um ritual de purificação. Em seguida, o suspeito dizia que o ritual exigia a prática de relações sexuais, momento em que cometia os abusos, diz a polícia.
"É uma prisão importante feita pelas equipes, fruto de uma investigação criteriosa, que reforça o empenho da Polícia Civil no combate aos crimes sexuais e na responsabilização dos autores", afirmou o Secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves.
A Polícia Civil informou que, até o momento, quatro vítimas foram identificadas, duas no Guarujá e outras duas em Osasco, na Grande São Paulo.
Estadão Conteúdo
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A medida ocorreu após a deflagração da Operação Crivo, conduzida pela Polícia Civil. A saída foi confirmada nesta quinta-feira, 26 de março, por meio de nota oficial da Secretaria Estadual de Saúde.
Higor Oliveira, de 28 anos, percebeu o casal discutindo e decidiu intervir com o intuito de evitar um episódio de agressão contra a mulher.
Alinhado à ordem executiva da Casa Branca, Comitê Olímpico restringe categoria feminina a mulheres biológicas e adota critério do gene SRY.
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