As investigações começaram após a identificação de atividades suspeitas em um grupo do aplicativo de mensagens Telegram.
O magistrado reconheceu, com base em provas que considerou robustas, que houve um padrão reiterado de abusos sexuais cometidos pelo ex-líder religioso ao longo de décadas.
Homem era investigado por suspeita de perseguir e filmar mulheres em locais públicos e divulgar conteúdos em sites de teor erótico.
Um dos casos aconteceu no Hospital da Restauração e o outro no Hospital Getúlio Vargas. Em ambos, as vítimas estariam em espaços utilizados para descanso.
A prefeitura comunicou que instaurou um procedimento administrativo para apurar os fatos relatados pelas estudantes.
A vítima relatou que foi chamada para uma sala de manutenção do estabelecimento, o suspeito apagou as luzes do ambiente e iniciou a abordagem.
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