As investigações começaram após a identificação de atividades suspeitas em um grupo do aplicativo de mensagens Telegram.
14 de outubro de 2026 às 10:15 - Atualizado às 10:20
Polícia Federal deflagra operação contra compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil em Pernambuco. Foto: Divulgação/PF
A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira, 14 de outubro, a Operação Elo Oculto, com o objetivo de combater crimes relacionados à divulgação e ao compartilhamento de material de abuso sexual de crianças e adolescentes na internet. A ação foi realizada no município de Catende, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, onde os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Federal.
De acordo com a Polícia Federal, as investigações começaram após a identificação de atividades suspeitas em um grupo do aplicativo de mensagens Telegram. No espaço, teriam sido divulgados e oferecidos arquivos contendo material de abuso sexual infantojuvenil.
Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais apreenderam um aparelho celular, um tablet e dois computadores portáteis (notebooks). Os equipamentos serão submetidos à análise pericial para aprofundar as investigações e identificar possíveis outros elementos relacionados aos crimes apurados.
A perícia dos dispositivos eletrônicos deve auxiliar na investigação das atividades identificadas no grupo de mensagens e na apuração de possíveis evidências relacionadas à divulgação e ao compartilhamento do material.
A Polícia Federal não divulgou informações sobre possíveis suspeitos, prisões ou o andamento de outras medidas investigativas relacionadas à operação.
A instituição reforçou o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes e com o enfrentamento de crimes de exploração e abuso sexual infantojuvenil praticados por meio da internet.
A Operação Elo Oculto integra as ações de investigação da Polícia Federal voltadas ao combate a crimes cometidos no ambiente digital contra crianças e adolescentes.
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As conversas indicam que brasileiras e estrangeiras eram levadas a encontros com Vorcaro, amigos e convidados, incluindo autoridades, no Brasil e no exterior a eventos.
De acordo com corporação, a droga foi identificada por meio de um aparelho de raios X em duas malas transportadas pela passageira, natural de Manaus, no Amazonas.
A investigação busca esclarecer se o fogo foi provocado intencionalmente ou se teve outras causas.
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