Homem segurando cartão do Bolsa Família. Foto: Roberta Aline/MDS
O pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho já tem calendário definido pelo governo federal. Os repasses começam no dia 17 de junho e seguem até o dia 30, de forma escalonada, conforme o final do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.
O programa, que é o principal sistema de transferência de renda do país, atende milhões de famílias em situação de vulnerabilidade e mantém o valor mínimo de R$ 600 por grupo familiar, além de benefícios adicionais em casos específicos.
Os depósitos seguem o cronograma tradicional do programa, organizado pelo último dígito do NIS. Veja as datas:
Além disso, famílias que vivem em municípios em situação de emergência ou calamidade pública podem receber o benefício antecipadamente, independentemente do final do NIS.
Uma das mudanças recentes no programa é a integração entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.
A medida prevê o compartilhamento mensal de dados entre os sistemas, com o objetivo de melhorar o acompanhamento de gestantes beneficiárias e agilizar o pagamento do Benefício Variável Gestante.
Segundo o governo, a iniciativa também busca fortalecer o acompanhamento pré-natal e ampliar o acesso das famílias aos serviços de saúde.
Para receber o benefício, a principal regra continua sendo a renda: a família deve ter renda mensal de até R$ 218 por pessoa.
O valor pago é composto por diferentes benefícios, como:
O total varia conforme a composição familiar e os critérios do programa.
O pagamento pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, além de saque em lotéricas, caixas eletrônicos e agências da Caixa Econômica Federal.
Também é possível usar o cartão do programa para compras no débito.
Nos caixas eletrônicos, quem já tem biometria cadastrada pode sacar sem cartão físico.
Para participar do programa, é necessário estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), ferramenta usada pelo governo para identificar famílias de baixa renda.
Estar no CadÚnico, no entanto, não garante entrada automática no Bolsa Família, já que cada solicitação passa por análise do Ministério do Desenvolvimento Social.
Manter os dados atualizados é fundamental para evitar bloqueios ou atrasos no benefício.
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