INMET emite alerta de calor extremo. Arte: Portal de Prefeitura
A primeira semana de julho será marcada por extremos climáticos em diferentes regiões do Brasil, conforme previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
O modelo numérico COSMO, utilizado pelo órgão, aponta para a ocorrência de chuvas intensas em áreas específicas, enquanto outras regiões devem enfrentar calor intenso ou tempo firme.
De acordo com o INMET, os maiores volumes de chuva estão previstos para o norte da Região Norte e o leste das regiões Sudeste e Nordeste.
Nessas áreas, os acumulados podem ultrapassar os 50 milímetros, com destaque para as manchas em tons de amarelo, laranja e vermelho no mapa divulgado pela instituição.
Já no interior do Nordeste, no Centro-Oeste e no oeste das regiões Sudeste e Sul, o tempo deve se manter firme ao longo da semana, com poucas ou nenhuma ocorrência de chuva.
Em relação às temperaturas, o calor deve predominar no sul da Região Norte e no norte das regiões Centro-Oeste e Nordeste. Os termômetros devem alcançar os maiores valores no dia 3 de julho, especialmente no sudeste do Amazonas, centro-sul do Pará, norte do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão e Piauí. Nessas localidades, os mapas indicam temperaturas em tons de rosa escuro, sinalizando calor extremo.
Enquanto isso, no leste do Nordeste e em partes do Sudeste e Centro-Oeste, as temperaturas máximas não devem ultrapassar os 28°C.
Já nas áreas mais afetadas pela frente fria, como o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, o leste do Paraná e de São Paulo, além do sul de Minas Gerais, as máximas devem ficar abaixo de 18°C, segundo a previsão.
O contraste entre calor, frio e chuvas volumosas exige atenção da população e das autoridades, especialmente nas regiões com possibilidade de temporais e ventos fortes.
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11:32, 13 Fev
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°c
Fonte: OpenWeather
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
De acordo com o comunicado, a atuação do Vórtice Ciclônico em Altos Níveis, em associação com a confluência dos ventos em baixos níveis é o responsável pela condição climática.
A atualização reforça a necessidade de atenção da população que vive nessas áreas, especialmente em locais com histórico de alagamentos.
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