09 de janeiro de 2024 às 12:28
Nesta segunda, 8 de janiero, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) lançou o primeiro episódio sobre os atos do 8 de janeiro de 2023. O deputado explica que irá revelar informações "escondidas" pela justiça e pela mídia.
Confira trecho abaixo:
No primeiro epsiódio da série, a historia contada é do empresário Cleriston Pereira da Cunha, 56 anos, que morreu no dia 20 de novembro após sofrer um mal súbito no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília (DF).
No vídeo, a viúva do empresário, Jane Duarte, deu seu depoimento e diz que o marido era um homem trabalhador. Ela conta também que ele trabalhou até as 16h daquele dia e só entrou no Senado para se abrigar e se defender da ação policial que acontecia do lado de fora.
"É revoltante saber que um pai de família, réu primário, sem antecedentes criminais, ficou dez meses preso numa cadeia sem ter cometido crime, tomando medicamento, com comorbidades. Ele estava lá [no Senado] em paz, diz Jane Duarte."
Cleriston Pereira da Cunha, 46 anos, que foi preso por participar dos atos de 8 de janeiro, nesta segunda-feira, 20 de novembro. Ele estava detido no Centro de Detenção Provisória (CDP II), uma das unidades da Papuda.
Cunha sofria de diabetes e hipertensão e utilizava medicação controlada. Segundo ofício da Vara de Execuções Penais (VEP), o homem teve “um mal súbito durante o banho de sol”.
O preso realizou seis atendimentos médicos entre janeiro e maio, e chegou a se encaminhado para o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN).
Cunha se tornou réu após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR por cinco crimes: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, no entanto, não havia previsão de quando ele fosse julgado.
A PGR chegou a concordar com o pedido de liberdade apresentado pela defesa, mas o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, do STF, não analisou a situação do réu.
1
2
4
18:55, 13 Set
27
°c
Fonte: OpenWeather
Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
Ele foi preso de setembro de 2025 pela Operação Zargun, que apurava, entre outros fatos, a atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas, de drogas, além de corrupção.
Períodos de temperaturas elevadas, baixa umidade e queimadas exigem maior esforço do organismo para controlar a temperatura corporal.
mais notícias
+