Pernambuco, 14 de Outubro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Sabão Ypê: veja quais produtos estão com lotes recolhidos devido a contaminação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária recomenda que os consumidores que possuam algum dos lotes entrem em contato com o SAC da empresa.

Fernanda Diniz

27 de novembro de 2025 às 17:55   - Atualizado às 19:05

Produtos Ypê.

Produtos Ypê. Foto: Reprodução

A Anvisa determinou nesta quinta-feira, 27 de novembro, o recolhimento de alguns lotes de produtos para lavar roupas devido à contaminação microbiológica.

De acordo com testes realizados pela própria fabricante, a Química Amparo Ltda. (CNPJ: 43.461.789/0001-90), foi identificada a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em determinados lotes. Os produtos afetados são:

Lava Roupas Líquido Ypê Express: lotes 170011, 220011, 228011, 203011, 181011, 169011, 205011 e 176011

Lava Roupas Líquido Tixan Ypê: lotes 254031 e 193021

Lava Roupas Líquido Ypê Power Act: lotes 190021, 223021 e 228031

Veja Também

A medida também suspende a comercialização, distribuição e uso desses lotes.

A Ypê informou, por meio de nota enviada ao Portal de Prefeitura, que está acompanhando o caso e adotando as medidas necessárias. Confira:

Nota da YPÊ:

A Química Amparo informa que a publicação da Anvisa está diretamente relacionada às análises realizadas pela própria empresa. Trata-se de uma medida preventiva e cautelar, aplicada a 14 lotes específicos de lava-roupas. A cia reforça que, segundo a autoridade sanitária e considerando as características normais de uso do produto (diluição em água e ausência de contato prolongado com a pele) o risco ao consumidor é considerado baixo.

A Química Amparo já havia identificado a necessidade do recolhimento e comunicado ao mercado, com informações divulgadas em todos os canais oficiais da marca.

Orientações da Anvisa

A agência recomenda que os consumidores que possuam algum dos lotes entrem em contato com o SAC da empresa. As vigilâncias sanitárias devem impedir que os produtos continuem sendo vendidos ou distribuídos.

Produto cosmético irregular
Além disso, foi determinado o recolhimento de todos os lotes do produto SMART HAIR MICRO - SMART GR, da empresa Klug Indústria Química e de Cosméticos Ltda. (CNPJ: 39.237.158/0001-15). O produto havia sido registrado como cosmético, mas apresenta características que permitem aplicação de forma invasiva, atingindo além da camada superficial de pele e cabelo. Por isso, está irregular.

Com a determinação, o uso, comercialização, distribuição, fabricação e propaganda do produto estão proibidos.

As resoluções completas foram publicadas no Diário Oficial da União.

Outras determinações da Anvisa 

A Anvisa recentemente publicou resoluções proibindo a fabricação, a distribuição, a importação, a comercialização, a propaganda e o uso de alguns medicamentos agonistas de GLP-1, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”.

São medicamentos sem registro sanitário na Agência, ou seja, que não tiveram a qualidade, eficácia e segurança de uso avaliadas no Brasil.

Até o momento, as resoluções publicadas se aplicam aos produtos T.G. 5 (RE 4.030) ; Lipoless (RE 3.676) ; Lipoless Eticos (RE 4.641), Tirzazep Royal Pharmaceuticals (RE 4.641) e T.G. Indufar (RE 4.641).

As medidas foram motivadas pelo aumento das evidências de propaganda e comercialização irregulares das chamadas canetas emagrecedoras, inclusive na internet, o que é proibido para medicamentos no Brasil.

Dessa forma, as medidas foram editadas com o propósito de impedir o desvio de uso desses produtos, a fim de proteger a saúde da população.

Medicamentos sem registro no Brasil só podem ser importados de forma excepcional e para uso exclusivamente pessoal, mediante prescrição médica e o cumprimento de requisitos adicionais.

Porém, nos casos em que a Anvisa publica proibição específica, a importação, por qualquer modalidade, também fica suspensa.

É importante lembrar que, para os medicamentos aprovados no país, o detentor do registro é o responsável pela comercialização, pela disponibilidade do produto no mercado nacional e por intercorrências não previstas relacionadas com o uso do produto.

No Brasil, os medicamentos agonistas de GLP-1 estão sujeitos a prescrição médica, com retenção de receita.

O uso de medicamentos não aprovados no país dificulta a rastreabilidade em caso de eventos adversos à saúde e impossibilita a adoção de medidas regulatórias em relação aos produtos, caso necessário.

Nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração.

Além disso, casos eventuais de falsificação, adulteração ou produto clandestino fogem à governabilidade brasileira, uma vez que o produto está sob regulação de outros países.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

TAGS

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

13:12, 14 Out

Imagem Clima

30

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

CCJ do Senado conclui votação da PEC da Segurança Pública; texto segue ao plenário.
Proposta

CCJ do Senado conclui votação da PEC da Segurança Pública; texto segue ao plenário

O texto agora está pronto para análise no plenário do Senado. Se aprovada sem alterações, a PEC 18 de 2025 será promulgada uma vez que já foi aprovada na Câmara.

Sede da Anvisa
Tratamento

Anvisa autoriza medicamento para tratar lúpus; veja quem pode receber

Decisão amplia as opções terapêuticas para um grupo específico de pacientes; entenda a ação da substância e os benefícios apontados pela agência.

Jornalista Ayres Rocha, que apresentou telejornal no Acre por 30 anos, morre aos 62 anos.
Despedida

Jornalista Ayres Rocha, que apresentou telejornal no Acre por 30 anos, morre aos 62 anos

Ayres fazia tratamento contra um câncer em João Pessoa, na Paraíba, e havia retornado à capital acreana cerca de um mês antes da morte.

mais notícias

+

Newsletter