Mansão de Renato Aragão é bloqueada por prefeitura após dívida de meio milhão Foto: Reprodução
O humorista Renato Aragão, eternizado pelo personagem Didi Mocó, enfrenta um revés jurídico que coloca em xeque um de seus bens mais valiosos.
Uma ação de execução fiscal movida pela Prefeitura do Rio de Janeiro avança no Judiciário, cobrando débitos de IPTU que somam aproximadamente R$ 548 mil.
O alvo da disputa é uma mansão de luxo localizada no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da cidade, cujo valor de mercado está estimado em R$ 18 milhões.
A dívida acumulada compreende o período entre 2021 e 2023. O processo, iniciado em dezembro de 2025, ganhou novos capítulos nesta semana com a atualização das medidas coercitivas solicitadas pela Procuradoria Geral do Município para assegurar o pagamento aos cofres públicos.
Em janeiro deste ano, a Justiça emitiu uma ordem para que o artista fosse notificado e quitasse o montante em um prazo de cinco dias. Entretanto, o andamento processual sugere que a tentativa de citação via correspondência no endereço do imóvel não obteve êxito.
Diante da dificuldade em oficializar a cobrança, a administração municipal começou a solicitar medidas mais rigorosas.
O ponto mais crítico para o humorista é o pedido de arresto do imóvel. Caso a Justiça acate a solicitação, a mansão, que atualmente está à venda, ficará bloqueada.
Na prática, isso impede que Renato Aragão realize qualquer transação de transferência ou venda do bem até que a pendência financeira com o município seja totalmente regularizada.
A propriedade envolvida no processo é considerada uma joia do mercado imobiliário da região:
A estratégia de arresto é um procedimento padrão em execuções fiscais de alto valor, servindo como uma garantia de que o patrimônio não seja alienado antes da quitação dos impostos.
Até o momento, a defesa do artista não se manifestou oficialmente sobre os novos desdobramentos ou sobre o motivo do atraso nos pagamentos.
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