Homem em fila do INSS. Foto: Agência Brasil/Arquivo
A fila de requerimentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve encerrar junho com 1,8 milhão de pedidos pendentes, o menor patamar desde setembro de 2024, segundo dados apresentados nesta terça-feira, 30 de junho, durante reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS).
Do total de requerimentos em análise, 825 mil aguardam processamento há menos de 45 dias, enquanto 555 mil estão pendentes há mais de 45 dias. Outros 451 mil processos dependem de alguma providência do segurado, como a apresentação de documentos complementares.
Durante a reunião, o diretor de Benefícios do INSS, Leonardo Bittencourt, afirmou que a prioridade da autarquia é reduzir o tempo de espera dos cidadãos. Segundo ele, o Instituto tem concedido, em média, 700 mil benefícios por mês e registrou recorde histórico de 890 mil concessões em março deste ano.
"Nosso compromisso não é apenas reduzir a fila. É reduzir o tempo de espera das pessoas. Porque, por trás de cada requerimento, existe um cidadão que precisa da proteção do Estado. Seguiremos trabalhando para que o cidadão tenha acesso ao seu direito com mais agilidade, transparência e segurança", disse.
O tempo médio para conclusão dos requerimentos está em 50 dias, de acordo com os dados apresentados.
O INSS atribuiu a melhora dos indicadores a medidas como a priorização da análise de novos pedidos, a redução do prazo interno de análise de 45 para 30 dias, a ampliação de mutirões para perícias e avaliações sociais, a contratação de 300 analistas do Seguro Social e 500 peritos médicos federais, além da expansão da telemedicina para perícias e do uso do sistema Atestmed para análise documental de benefícios por incapacidade
Os números também apontam redução das reclamações relacionadas à demora na análise de pedidos. As queixas registradas na Ouvidoria do INSS caíram 44% entre janeiro e maio deste ano, de 14.491 para 8.047 ocorrências.
Estadão Conteúdo
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Os números foram apresentados em levantamento do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que criticou a redução da estrutura física e do quadro de trabalhadores.
Em postagem nas redes sociais, a presidente da entidade, Samira de Castro, reforçou a percepção de que o atual ambiente digital requer um padrão ainda maior de qualidade técnica e de responsabilidade ética no trato da informação
A orientação, porém, é evitar que a mobilização partidária seja levada para dentro das igrejas, especialmente durante cultos ou em espaços ligados diretamente à estrutura dos templos
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