Fila do INSS com pessoas esperando perícia médica. Foto: Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira, 11 de junho, que o governo federal pretende eliminar a fila de espera do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para a concessão de benefícios até setembro deste ano.
A declaração foi feita durante agenda pública e retoma um compromisso assumido pelo petista no início de seu terceiro mandato.
Ao comentar a meta, Lula elogiou a nova presidente do órgão e destacou o compromisso firmado pela gestora para reduzir o tempo de espera dos segurados.
“Quero dar os parabéns à nova presidenta do INSS, que prometeu, que prometeu para mim que, até o mês de setembro, ela vai zerar a famosa fila do INSS de pessoas esperando o benefício”, disse Lula.
Dados divulgados pelo Ministério da Previdência apontam que a fila do INSS está no menor nível dos últimos 17 meses. Atualmente, o estoque de requerimentos soma 2,2 milhões de pedidos.
Em fevereiro, esse número era de 3,1 milhões, o que representa uma redução de 29% em apenas três meses, segundo a pasta.
A diminuição da fila é uma das prioridades do governo federal na área da Previdência Social, diante das frequentes reclamações de segurados sobre a demora na análise e concessão de benefícios.
O Ministério da Previdência Social anunciou, em abril deste ano, a troca no comando do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A servidora Ana Cristina Viana Silveira assumiu a instituição no lugar de Gilberto Waller, que presidiu o INSS nos últimos 11 meses.
“Servidora de carreira, ela assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto”, informa o ministério em nota.
Graduada em direito, Ana Cristina ingressou no INSS em 2003 como Analista do Seguro Social. Atualmente, ocupava o cargo de secretária executiva adjunta do Ministério da Previdência Social.
A trajetória inclui, ainda, a presidência do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), de abril de 2023 até fevereiro de 2026. Segundo a pasta, durante a gestão de Ana Cristina, o setor dobrou a capacidade de análise de recursos.
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Segundo o presidente do PT, "o texto estava sendo elaborado e o presidente tinha pedido para revisar várias coisas da proposta, então, estava em formulação".
Por unanimidade, ministros decidiram excluir publicações que relacionavam o presidente a facções criminosas sem apresentar contexto factual para sustentar as associações.
Proposta prevê pagamentos mensais de R$ 700 durante dez meses e depósitos anuais de R$ 2,5 mil para estudantes do ensino superior.
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