Jovem tem morte cerebral confirmada. Foto: Reprodução / Redes Sociais
Kauan Galdino Florêncio Pereira, de 18 anos, teve a morte cerebral confirmada na noite da última quinta-feira, 2 de janeiro após ser baleado na cabeça durante um baile funk em Queimados, na Baixada Fluminense. A família do jovem, que era jogador de futebol amador, autorizou a doação de seus órgãos, e o procedimento está sendo realizado neste sábado (4), no Hospital Geral de Nova Iguaçu. O caso ocorreu na madrugada do dia 1° de janeiro, na comunidade São Simão.
"O coração e o pulmão não poderão ser doados. Os demais órgãos serão avaliados no momento da cirurgia pela equipe de captação. Os órgãos serão doados para pacientes que aguardam na fila de transplantes", explicou a unidade de saúde.
Segundo a polícia, Kauan foi baleado após pisar acidentalmente no pé de um traficante conhecido como "Homem de Ferro", apontado como gerente do tráfico de drogas na regiãp. Testemunhas relataram que, após o disparo, Kauan foi socorrido e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Queimados, sendo transferido posteriormente para o Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, devido à gravidade de seu estado. Apesar dos esforços médicos, o jovem não resistiu.
A Polícia Civil investiga o caso e trabalha para localizar e prender o suspeito. O crime chocou a comunidade local e levantou novamente o debate sobre a violência e a influência do tráfico de drogas nas regiões periféricas do Rio de Janeiro.
"As investigações seguem para localizar o paradeiro de suspeito, e a DHBF pede o apoio da população através do Disque Denúncia", apontou a delegacia.
A jovem Juliana Leite Rangel, de 26 anos, baleada na cabeça por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na véspera de Natal, 24 de dezembro, teve melhora clínica progressiva e não apresentas sinais de “sequelas permanentes irreversíveis”. Ela respira sem ajuda de aparelhos, está lúcida, consegue abrir os olhos e interagir com o ambiente e pessoas.
As informações sobre evolução do estado de saúde estão no boletim médico divulgado neste sábado (4) pela direção do Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
“Nossos corações estão aliviados, sabendo que a Juliana, minha sobrinha, está saindo dessa”, disse à Agência Brasil Washington Leite, tio da jovem.
“A gente teve um grande avanço e a gente está muito feliz. Muita gente positiva mandando energia boa”, completou.
De acordo com o comunicado, Juliana passou por uma traqueostomia (procedimento cirúrgico que consiste em criar uma abertura na traqueia/garganta para que o paciente possa respirar) feita no último dia 30, “mas já começou a respirar de maneira espontânea, sendo retirada do suporte da ventilação mecânica”. Ela retorna à ventilação mecânica apenas para fisioterapia respiratória por alguns períodos.
Na quinta-feira (2) a sedação foi totalmente suspensa.
“Desde então ela vem evoluindo as condições neurológicas, apresentando abertura ocular espontânea, boa interação com o ambiente e as pessoas, se mostrando lúcida, obedecendo a comando, mobilizando os quatro membros e apresentando sensibilidade preservada”, descreve o boletim médico.
Do ponto de vista neurológico, completa o boletim, “a paciente vem progredindo o nível de consciência, sem novos déficits, recuperando as funções motoras e cognitivas ainda de maneira incipiente, mas sem sinais de sequelas permanentes irreversíveis”.
O hospital informou que o processo de reabilitação psicomotora já foi iniciado e seguirá de acordo com a tolerância da paciente. Juliana Rangel continua em terapia intensiva, acompanhada pelo serviço de neurocirurgia em conjunto com equipe multidisciplinar.
Juliana foi atingida por um tiro de fuzil na noite de Natal, dentro do carro da família, na Rodovia Washington Luís (BR-040), em Duque de Caxias. Segundo o pai dela, que dirigia o carro, não havia nenhum motivo para a abordagem a tiros. Ele também foi atingido na mão esquerda e recebeu alta ainda na noite de terça-feira. O carro da família, de cinco pessoas, ficou com várias perfurações por tiro.
3
17:23, 13 Fev
25
°c
Fonte: OpenWeather
Recurso tenta derrubar decisão que manteve marca ligada ao tradicional bloco carnavalesco.
O técnico do Palmeiras aproveitou a entrevista coletiva após a vitória contra o Internacional por 3 a 1 para desabafar.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
mais notícias
+