Ex-diretor de presídio invade quarto de hotel e executa a namorada a tiros Foto: Reprodução
O policial penal Tiago Sóstenes Miranda, ex-diretor de um conjunto penal na Bahia, invadiu o quarto de hotel onde a namorada, a empresária Flávia Barros, estava hospedada e a executou a tiros.
O crime, que aconteceu no bairro turístico da Coroa do Meio, foi detalhado em um vídeo com os bastidores da investigação divulgado pelo Ministério Público de Sergipe (MPSE), que já denunciou formalmente o servidor público por homicídio.
Os detalhes apresentados pela 3ª Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri revelam a frieza da ação do acusado, que utilizou da força para surpreender a companheira em um momento de total vulnerabilidade.
O ex-diretor prisional forçou a entrada, destruindo a porta dos aposentos onde a namorada se abrigava. Flávia estava deitada na cama quando o agressor entrou no quarto armado. Tiago se aproximou e disparou diversas vezes à queima-roupa, concentrando os tiros na cabeça da empresária.
De acordo com as investigações do MPSE, a proximidade dos disparos e o fato de a vítima estar deitada no momento do ataque comprovam que se tratou de uma execução sumária, sem qualquer possibilidade de reação por parte da empresária.
O caso agora está nas mãos do Tribunal do Júri, e o material audiovisual divulgado pelo Ministério Público serve como peça-chave para sustentar a acusação de homicídio qualificado contra o policial penal baiano.
Uma mulher de 41 anos sobreviveu milagrosamente após ser jogada de um penhasco de 50 metros na Serra do Rola Moça, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Ana Cláudia Rodrigues da Silva Souza foi resgatada consciente na terça-feira, 26 de maio, depois de passar horas em um local de difícil acesso. Para se salvar, ela conseguiu escalar cerca de 10 metros do barranco e se segurar na vegetação até a chegada do socorro.
O autor do crime, Silvanildo Amâncio de Araújo, de 52 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar em Várzea da Palma, no norte do estado. Em um vídeo gravado logo após a sua prisão, o agressor confessou toda a ação com frieza.
Ele relatou que sequestrou a ex-companheira na segunda-feira (25), assim que ela desceu do ônibus para ir trabalhar. Sob a ameaça de um canivete, ele a obrigou a entrar em seu carro e a levou até o mirante no Jardim Canadá.
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Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
Ele foi preso de setembro de 2025 pela Operação Zargun, que apurava, entre outros fatos, a atuação de uma organização criminosa envolvida com tráfico de armas, de drogas, além de corrupção.
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