Foto: Hugo Barreto
A dívida da Venezuela com o Brasil, que já ultrapassa 1,7 bilhão de dólares (equivalente a mais de R$ 10 bilhões), segue sem qualquer avanço em negociações, de acordo com o Ministério da Fazenda. Desde o último contato oficial entre os países, em 2024, não houve atualizações no processo de recuperação do montante.
Segundo fontes do governo brasileiro, o impasse se intensificou após o caso envolvendo a suposta fraude nas eleições na Venezuela, realizadas em julho de 2024. Amigos de longa data, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Nicolás Maduro não se falam desde antes do episódio, o que contribuiu para o abandono das negociações referentes à dívida bilionária.
De agosto a dezembro de 2024, o prejuízo aumentou em 39,7 milhões de dólares, cerca de R$ 240 milhões na cotação atual. A Secretaria de Assuntos Internacionais da Fazenda confirmou que não há qualquer avanço ou diálogo recente sobre o pagamento da dívida.
Os valores são decorrentes de empréstimos realizados pelo Brasil à Venezuela em anos anteriores, por meio de operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Desde 2018, no entanto, a Venezuela deixou de cumprir os pagamentos, agravando a inadimplência.
O silêncio entre os líderes agrava a situação, já que uma retomada nas negociações depende diretamente de um estreitamento das relações diplomáticas entre os países. Enquanto isso, o montante devido continua crescendo, trazendo impacto significativo às contas públicas do Brasil.
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Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com 93,14% das seções totalizadas, nenhum dos candidatos alcançou a quantidade necessária de votos para definir a disputa presidencial no primeiro turno.
Rafael Tajra Fonteles foi eleito governador pela primeira vez em 2022, ainda no primeiro turno, com 57,62% dos votos válidos, e tomou posse em janeiro de 2023.
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