Foto: Hugo Barreto
A dívida da Venezuela com o Brasil, que já ultrapassa 1,7 bilhão de dólares (equivalente a mais de R$ 10 bilhões), segue sem qualquer avanço em negociações, de acordo com o Ministério da Fazenda. Desde o último contato oficial entre os países, em 2024, não houve atualizações no processo de recuperação do montante.
Segundo fontes do governo brasileiro, o impasse se intensificou após o caso envolvendo a suposta fraude nas eleições na Venezuela, realizadas em julho de 2024. Amigos de longa data, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Nicolás Maduro não se falam desde antes do episódio, o que contribuiu para o abandono das negociações referentes à dívida bilionária.
De agosto a dezembro de 2024, o prejuízo aumentou em 39,7 milhões de dólares, cerca de R$ 240 milhões na cotação atual. A Secretaria de Assuntos Internacionais da Fazenda confirmou que não há qualquer avanço ou diálogo recente sobre o pagamento da dívida.
Os valores são decorrentes de empréstimos realizados pelo Brasil à Venezuela em anos anteriores, por meio de operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Desde 2018, no entanto, a Venezuela deixou de cumprir os pagamentos, agravando a inadimplência.
O silêncio entre os líderes agrava a situação, já que uma retomada nas negociações depende diretamente de um estreitamento das relações diplomáticas entre os países. Enquanto isso, o montante devido continua crescendo, trazendo impacto significativo às contas públicas do Brasil.
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A abertura acontece no domingo (26), a partir das 9h30, com mesa institucional e conferências de especialistas internacionais e nacionais, abordando os desafios contemporâneos dos museus.
A decisão foi divulgada na última segunda-feira, 20 de abril, e faz parte de uma estratégia de reorganização industrial da companhia, que controla marcas como Brastemp, Consul e KitchenAid.
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