Presidentes Maduro, Miguel Díaz-Canel e Daniel Ortega. Foto: Presidência de Cuba
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou no último sábado, 11 de janeiro, um dia após assumir seu terceiro mandato, que o país está se preparando, junto com Cuba e Nicarágua, para "pegar em armas" caso seja necessário defender sua soberania.
Durante o discurso de encerramento do Festival Mundial Antifascista, realizado em Caracas, Maduro enfatizou a importância de estar pronto tanto para derrotar o "fascismo" de forma pacífica quanto, se necessário, por meio de uma "luta armada legítima".
"A Venezuela vai se preparando junto com Cuba, com a Nicarágua, com nossos irmãos maiores do mundo, para se um dia tivermos que pegar em armas para defender o direito à paz, à soberania e os direitos históricos de nossa pátria. Batalhar na luta armada e voltar a ganhar", declarou Maduro no evento, que contou com a participação de membros do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Movimento Sem Terra (MST) do Brasil.
O ditador venezuelano Nicolás Maduro propôs, no último sábado, 11 de janeiro, o uso das “tropas do Brasil” para alcançar a “liberdade de Porto Rico”, território caribenho sob administração dos Estados Unidos. A declaração foi feita durante o encerramento do Festival Mundial da Internacional Antifascista, um evento de viés esquerdista realizado em Caracas.
"Assim como no norte eles têm uma agenda de colonização, temos uma agenda de libertação. A agenda foi escrita por Simón Bolívar. Está pendente a liberdade de Porto Rico, e nós vamos conquistá-la, Breno. Com as tropas do Brasil. E Abreu de Lima na frente. Batalhão Abreu de Lima para libertar Porto Rico, o que acha?", afirmou Maduro.
O ditador mencionou um suposto “Batalhão Abreu de Lima”, mas o único grupo com esse nome é um batalhão da Polícia Militar de Pernambuco, sem vínculo com forças armadas nacionais ou internacionais. Ele também citou uma pessoa chamada “Breno”, sem esclarecer quem seria ou qual sua relação com o governo brasileiro.
Apesar da defesa feita por Maduro em prol da "libertação de Porto Rico", a atual governadora da ilha, Jenniffer González-Colón, já se posicionou contra o regime venezuelano. Após as recentes eleições na Venezuela, González-Colón declarou apoio a María Corina Machado, principal líder da oposição venezuelana, e afirmou que “Edmundo González é o presidente eleito da Venezuela”.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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