Agência identificou incompatibilidade entre lote e número de série do medicamento e orienta que produto não seja comercializado nem utilizado.
30 de julho de 2026 às 12:19 - Atualizado às 12:22
Caneta mounjaro. Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira, 30 de julho, a apreensão de um lote falsificado do medicamento Mounjaro. A resolução foi publicada nesta quinta-feira (30) no Diário Oficial da União.
Segundo a Anvisa, a própria empresa detentora do registro do produto, Eli Lilly do Brasil Ltda., identificou no mercado item com número de lote D881474, considerado legítimo e existente em sistema, mas com número de série 302199651396, classificado como incompatível.
Assim, a orientação da agência é que canetas emagrecedoras da marca Mounjaro que apresentam número de lote D881474 e número de série 302199651396 devem ser apreendidas e não podem ser distribuídas, vendidas ou utilizadas.
Em nota, a Anvisa reforçou a orientação para que a população em geral e profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em farmácias devidamente regularizadas, sempre em embalagem completa (dentro da caixa) e mediante emissão da nota fiscal.
“Em caso de identificação de unidades dos medicamentos com suspeita de falsificação, a população e os profissionais de saúde não devem utilizar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade”, concluiu a agência.
O Mounjaro tem como princípio ativo a tirzepatida e figura entre os medicamentos da classe dos agonistas do receptor GLP 1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras.
Além da determinação de apreensão do lote falsificado, o medicamento Mounjaro teve sua indicação terapêutica ampliada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU), a tirzepatida passou a ser indicada para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 em pacientes a partir de 10 anos de idade.
Antes da mudança, a autorização para essa indicação contemplava apenas adultos. Segundo a Anvisa, as demais indicações terapêuticas do medicamento permanecem inalteradas.
A agência informou que pedidos de ampliação da faixa etária ou de novas indicações de uso passam por avaliação regulatória, com base em estudos técnico-científicos que comprovem a qualidade, a segurança e a eficácia do medicamento para a finalidade proposta.
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Os estudantes devem ficar atentos ao que levar para os locais de prova, uma vez que, por questões de segurança, uma série de itens são vetados.
As amostras utilizadas na análise foram coletadas entre os dias 3 e 5 de novembro e divulgadas pela Sudema, na sexta-feira (6).
Detidos foram localizados pela Polícia Civil em um estabelecimento no bairro do Mucuripe. Durante as investigações, também foram apreendidos dinheiro, celulares e outros materiais.
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