Pastor suspeito de estuprar três crianças é preso após fechar igreja e tentar fugir Foto: Reprodução
Uma operação da Polícia Civil resultou na prisão de um homem de 53 anos acusado de estuprar três meninas, com idades entre 8 e 12 anos.
O mandado de prisão contra o suspeito, que atuava como pastor evangélico, foi cumprido na cidade de Mutunópolis, no norte de Goiás, na última quarta-feira, 29 de julho. Ele estava escondido desde que os crimes foram descobertos.
As investigações da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) mostraram que o suspeito usava a posição de pastor para ganhar a confiança dos pais e se aproximar das vítimas. Os abusos aconteciam em diferentes momentos, como durante cultos, visitas às casas das famílias, festas e até em velórios.
Assim que souberam dos relatos das filhas, os parentes tiraram satisfação com o religioso. Ao ser confrontado, o homem fechou de repente a igreja que liderava em Anápolis e fugiu da cidade.
A inteligência da polícia descobriu que ele se escondeu primeiro na região do Entorno do Distrito Federal antes de ir para o norte do estado, onde acabou localizado com o apoio do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc).
O acusado está preso no presídio de Porangatu e deve ser transferido para Anápolis nos próximos dias. Ele responderá por três crimes de estupro de vulnerável. Se for condenado, a pena para cada um dos atos varia de 8 a 15 anos de prisão.
A Polícia Civil do Maranhão iniciou a análise de computadores, celulares, tablets e pendrives apreendidos com um pastor evangélico, detido preventivamente no dia 9 de julho, na capital de forma suspeita de cometer abusos sexuais contra pelo menos três adolescentes.
A prisão do líder religioso, que atuava em Paço do Lumiar, na região metropolitana, foi efetuada por agentes da Delegacia do Maiobão no bairro Alto da Esperança, situado na área do Itaqui-Bacanga, em São Luís.
O material tecnológico foi recolhido no momento da captura e será fundamental para o inquérito. De acordo com as investigações, o investigado utilizava o pretexto de realizar um "acompanhamento corporal" nas vítimas, todas menores de idade, para registrar fotografias íntimas delas. Em contrapartida, os jovens recebiam presentes do suspeito, que liderava uma igreja localizada no bairro Lima Verde.
O caso chegou ao conhecimento das autoridades após uma denúncia anônima feita por um integrante da própria congregação em que o homem trabalhava. Diante dos fortes indícios coletados e dos depoimentos das três vítimas, o delegado responsável pelo caso representou pela prisão preventiva do pastor, medida que foi autorizada pelo Poder Judiciário local para resguardar a integridade dos menores envolvidos.
Com o mandado expedido, os policiais localizaram o investigado em São Luís. Após receber voz de prisão e ter seus equipamentos eletrônicos recolhidos para a busca de provas digitais, o homem foi conduzido para a Central de Inquéritos e Custódia da capital maranhense.
O suspeito agora permanece recluso no sistema prisional, sem direito a fiança, onde ficará mantido à disposição dos magistrados enquanto o processo judicial prossegue.
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Os números foram apresentados em levantamento do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que criticou a redução da estrutura física e do quadro de trabalhadores.
Em postagem nas redes sociais, a presidente da entidade, Samira de Castro, reforçou a percepção de que o atual ambiente digital requer um padrão ainda maior de qualidade técnica e de responsabilidade ética no trato da informação
A orientação, porém, é evitar que a mobilização partidária seja levada para dentro das igrejas, especialmente durante cultos ou em espaços ligados diretamente à estrutura dos templos
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