Túlio Gadêlha e Raquel Lyra. Foto: Divulgação
O deputado federal Túlio Gadelha vai oficializar nesta quarta-feira, às 14h, sua saída da Rede Sustentabilidade para se filiar ao Partido Social Democrático. No mesmo ato, o parlamentar vai anunciar a pré-candidatura ao Senado Federal e confirmar a entrada na chapa da governadora Raquel Lyra nas eleições em Pernambuco.
A filiação vai acontecer no Jardim Monte Verde, área que recebeu uma das maiores obras de contenção de encostas realizadas pela governadora. O evento deve reunir representantes de movimentos sociais, sindicatos e lideranças políticas.
Túlio Gadelha chega ao PSD após cumprir dois mandatos como deputado federal. Em 2022, ele conquistou a reeleição com 134 mil votos. O parlamentar também mantém aliança política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atua como aliado do governo federal.
A movimentação altera o cenário político em Pernambuco ao aproximar um aliado direto de Lula da chapa encabeçada por Raquel Lyra. Com a filiação, Túlio passa a integrar um grupo que pretende construir um segundo palanque para o presidente no estado durante a disputa eleitoral.
Ao anunciar a pré-candidatura ao Senado, Túlio entra oficialmente na disputa por uma das vagas mais estratégicas do pleito. A composição da chapa com Raquel Lyra ganha novo contorno com a chegada de um nome que possui base eleitoral consolidada e alinhamento com o governo federal.
A articulação também reforça a estratégia de diálogo entre o governo estadual e o governo federal no estado. Túlio mantém trânsito direto na Câmara dos Deputados e ocupa posição na base de sustentação de Lula, fator que passa a integrar o discurso político da chapa.
O ato de filiação deve reunir lideranças políticas que acompanham a movimentação partidária no estado e observam a formação das alianças para a eleição. A presença de movimentos sociais e sindicatos no evento indica a tentativa de ampliar a conexão da pré-candidatura com segmentos organizados da sociedade.
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"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
Jorge Guaranho, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiu a festa de Marcelo Arruda e disparou contra ele.
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