O presidente dos Estados Unidos fez a observação ao comparar sua postura política à do ativista de direita, a quem elogiou pela "disposição de dialogar com críticos".
Donald Trump. Foto: Reprodução
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicanos), afirmou no domingo, 21 de setembro, que “odeia seus adversários” e não deseja o melhor para eles.
A declaração foi dada durante o memorial de Charlie Kirk (1993-2025), no State Farm Stadium, em Glendale, no Arizona, diante de milhares de pessoas que acompanharam o funeral do ativista conservador.
Trump fez a observação ao comparar sua postura política à de Charlie Kirk, a quem elogiou pela "disposição de dialogar com críticos".
“Ele [Kirk] não odiava seus oponentes. Ele queria o melhor para eles. É aí que eu discordava de Charlie”, afirmou o presidente norte-americano.
“Eu odeio meu oponente. E não quero o melhor para eles. Me desculpem. Sinto muito, Erika”, disse Trump, dirigindo-se à viúva do ativista, Erika Kirk, que estava no palco.
Apesar de "pensar diferente", Trump descreveu o fundador da Turning Point USA como um “missionário com espírito nobre”, que se dedicava a levar sua visão política e religiosa a diferentes públicos.
Charlie Kirk, um ativista político conservador foi morto nesta quarta-feira, 10 de setembro, após ser baleado durante um evento na Universidade Utah Valley, em Utah.
O americano cofundou a organização Turning Point USA (TPUSA), de 2012, e atuou como diretor executivo e CEO de várias de suas ramificações, como Turning Point Action, Academy, Faith e Turning Point Endowment. Ele também era membro do controverso Council for National Policy.
A Turning Point USA se consolidou como uma grande rede conservadora juvenil do país, presente em milhares de escolas e universidades, com milhões de seguidores nas redes sociais. Kirk também apresentava o podcast e programa The Charlie Kirk Show, de alcance nacional.
Alinhado ao movimento MAGA, Kirk era aliado próximo de Donald Trump, participando de mobilizações para o eleitorado jovem e contribuindo com o chamado American Comeback Tour.
Ele frequentemente promovia narrativas sobre liberdade de mercado, governo limitado e valores tradicionais, além de disseminar críticas à teoria crítica racial, restrições ao aborto e à agenda liberal.
um clima de reverência e adoração. Após o cântico, o silêncio respeitoso deu lugar a aplausos que ecoaram em toda a arena, marcando um momento inesquecível da despedida.
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