De acordo com ministro da Casa Civil, Rui Costa, "intervenções urbanas não permitem o traçado original" do trecho.
01 de maio de 2024 às 17:06 - Atualizado às 17:08
Rodovia Transnordestina. Rodovia Transnordestina.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o governo está reavaliando o traçado original da ferrovia Transnordestina até o Complexo Industrial Portuário de Suape, conhecido como Porto de Suape, em Pernambuco.
Segundo o ministro, "intervenções urbanas não permitem o traçado original" do trecho. A declaração ocorreu em audiência pública na comissão de infraestrutura do Senado, nesta terça-feira, 30 de abril.
Ele havia sido questionado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE) sobre os planos do governo de retomar o traçado original da Transnordestina em forma de "T", e não de "L invertido".
Costa prometeu que "o T de Teresa vai se materializar", mas considerou que "terá que ser feito outro traçado".
Além disso, o ministro afirmou que, num passado recente, o trecho de Pernambuco havia sido excluído da concessão, restando apenas o "L invertido". No entanto, o contrato foi revisto.
"Nós estamos retomando a obra de Pernambuco como obra pública, inicialmente, enquanto a gente formata um novo edital de concessão", disse o ministro. "Já iniciaremos a licitação desse ramal."
Celeridade de obras
Segundo o ministro, o governo está "buscando fazer correções necessárias para obras terem celeridade" e sinalizou aos prefeitos que pleiteiam por projetos para que já agilizem a questão documental.
Costa recomendou que situações como a sondagem de terrenos para obras e o ingresso na Caixa Econômica Federal já tenham andamento para que o governo possa atender os prefeitos.
Estadão Conteúdo
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Segundo a matéria, a definição se deu após reunião entre a governadora e o presidente do grupo em Pernambuco, Eduardo da Fonte.
O processo questionou a legitimidade da presença de uma candidata que obteve apenas três votos e declarou um gasto de apenas R$ 180 para a confecção de santinhos.
O Projeto de Lei 2162/23, aprovado em dezembro do ano passado, e barrado pelo petista, beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros condenados pelos atos de 8/1.
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