Tabata Amaral e João Campos e Daniel Vorcaro. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A deputada federal Tabata Amaral (PSB) e o prefeito de Recife, João Campos (PSB), participaram como palestrantes de um evento internacional que contou com patrocínio do Banco Master. (Veja vídeo abaixo)
O evento ocorreu durante a Brazil Conference at Harvard & MIT, realizada em Cambridge, nos Estados Unidos. A conferência reúne anualmente estudantes brasileiros e autoridades para debates sobre política, economia, inovação e temas sociais.
Veja vídeo:
De acordo com informações divulgadas sobre a programação, Tabata Amaral e João Campos participaram de atividades e painéis como convidados do encontro, que teve apoio e patrocínio de diferentes instituições e empresas, entre elas o Banco Master. O evento também contou com a presença de executivos e representantes do setor financeiro, incluindo o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao banco.
A participação de autoridades públicas brasileiras na conferência faz parte da proposta do encontro, que busca promover debates entre lideranças políticas, acadêmicas e empresariais sobre temas de interesse do Brasil.
Tabata Amaral exerce mandato como deputada federal pelo estado de São Paulo e é filiada ao Partido Socialista Brasileiro. João Campos, também do PSB, é prefeito do Recife desde 2021 e já foi deputado federal antes de assumir o cargo no executivo municipal.
A Brazil Conference at Harvard & MIT é organizada por estudantes brasileiros das universidades Harvard University e Massachusetts Institute of Technology e costuma reunir autoridades políticas, acadêmicos e representantes do setor privado em debates sobre o cenário brasileiro.
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O site Intercept Brasil revelou que o pré-candidato a presidente negociou com o dono do Banco Master o pagamento de R$ 134 milhões para "patrocinar" um filme sobre a vida do ex-presidente.
A acusação toma como base uma postagem de tom irônico com insinuações de que o ministro do STF teria blindado o colega Dias Toffoli no caso do resort Tayayá.
De acordo com o relatório da fiscalização, o empreendimento ainda não possui estudos técnicos, econômicos e ambientais suficientes que comprovem que os benefícios sociais da obra superam os custos previstos.
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