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A medida foi tomada após determinação do presidente do STF, ministro Edson Fachin, e pedido pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
O material foi entregue após os ministros terem enviado ofícios à PF determinando a entrega dos dados, depois de o ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo, ter resistido na liberação
Ministro afirmou que dados além dos autos podem comprometer investigações e sessão marcada para terça-feira, 15 de setembro.
O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01833/2026.
Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
O julgamento sobre suposto crime de responsabilidade e abuso de autoridade atribuído ao ministro André Mendonça, que levantou o sigilo das mensagens após reportagens do Estadão, ficará para 23 de setembro.
Ministro solicitou que todos os integrantes da Corte tenham acesso ao material antes da sessão que decidirá se Alexandre de Moraes será investigado no caso Master.
Ministro do Supremo atendeu parcialmente a pedido da PGR e também determinou a abertura de outros 21 procedimentos por iniciativa própria.
Mais cedo, Moraes encaminhou ofício ao presidente do Supremo em que requeria que fossem tornados públicos, "sem exceção", todos os procedimentos contidos ou relacionados ao inquérito.
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