As denúncias contra Silvio Almeida surgiram em setembro de 2024. A organização Me Too, que presta apoio a mulheres vítimas de violência, afirmou ter acolhido relatos de assédio.
Silvio Almeida e Lula. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação por mais 60 dias do inquérito que investiga o ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, por importunação sexual.
Alguém teria praticado o crime contra a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco.
A Polícia Federal (PF), responsável pelo caso, solicitou mais tempo para concluir as diligências. Entre as pendências, está o depoimento do próprio Silvio Almeida, que a polícia ainda não ouviu e deve ser um dos últimos a prestar esclarecimentos. Já a polícia ouviu Anielle Franco em outubro do ano passado.
O inquérito corre sob sigilo no STF. Ao autorizar a investigação, Mendonça determinou que o caso permanecesse na Suprema Corte, uma vez que as acusações ocorreram enquanto Almeida exercia o cargo de ministro.
Logo após a conclusão do inquérito, a Polícia Federal pode ou não indiciar o ex-ministro, dependendo dos elementos coletados.
A princípio, as denúncias contra Silvio Almeida surgiram em setembro de 2024. A organização Me Too, que presta apoio a mulheres vítimas de violência, afirmou ter acolhido relatos de assédio sexual envolvendo o ex-ministro, que também é professor e advogado.
Em suma, diante do escândalo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou a demissão de Almeida. Em nota divulgada após as acusações virem a público, o ex-ministro repudiou “com absoluta veemência” as denúncias, classificando-as como “mentiras” e “ilações absurdas” criadas para prejudicá-lo.
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O deputado indicou que o filho do presidente teria cometido os crimes de tráfico de influência, lavagem ou ocultação de bens e participação em corrupção passiva.
O Supremo Tribunal Federal (STF) já determinou que tais votações somente podem ser realizadas a partir do mês de outubro do segundo ano de mandato.
A mulher teria solicitado R$ 3 mil, enquanto o parlamentar discordou do valor e xingou a prostituta.
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