Pernambuco, 21 de Abril de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

STF inicia julgamento e MORAES vota para condenar ROBERTO JEFFERSON em ação penal

O ex-presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) é réu por incitação à violência contra os Poderes da República, calúnia, homofobia e por ter resistido à ordem de prisão e atacado policiais a tiros.

Ricardo Lélis

09 de dezembro de 2024 às 16:34   - Atualizado às 16:35

Alexandre de Moraes e Roberto Jefferson

Alexandre de Moraes e Roberto Jefferson Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom e Valter Campanato/ Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta segunda-feira, 9 de dezembro, em plenário virtual, o julgamento da ação penal contra o ex-deputado federal Roberto Jefferson.

O ex-presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) é réu por incitação à violência contra os Poderes da República, calúnia, homofobia e por ter resistido à ordem de prisão e atacado policiais a tiros.

A partir da análise das acusações, o plenário decidirá se Roberto Jefferson será absolvido ou condenado. A deliberação deve ser concluída na sexta-feira, 13. O ex-deputado poderá entrar com recurso no próprio Supremo.

Por decisão do STF, que vê conexão com os atos antidemocráticos do 8 de Janeiro, o tribunal manteve o caso em sua jurisdição. O ministro Alexandre de Moraes é o relator da ação penal e já votou a favor da condenação.

Aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Jefferson foi preso às vésperas do segundo turno das eleições de 2022, após atacar agentes da Polícia Federal (PF) com tiros de fuzil e granadas.

Veja Também

Os agentes estavam cumprindo ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes para levá-lo para a cadeia.

O ex-deputado, que estava em prisão domiciliar, descumpriu medidas cautelares ao divulgar um vídeo com ofensas à ministra do STF Cármen Lúcia.

Em 2022, o STF tornou Jefferson réu pelas supostas práticas de calúnia e homofobia, além de incitação a crimes previstos na antiga Lei de Segurança Nacional.

À época, a Corte determinou a remessa do caso para a Justiça Federal do Distrito Federal. Para a Procuradoria-Geral da República (PGR), as denúncias vinculam o ex-parlamentar com os inquéritos do 8 de Janeiro.

O procurador-geral, Paulo Gonet, também afirmou que Jefferson utilizou a estrutura partidária do PTB, sigla presidida pelo ex-deputado entre 2016 e 2021, para atacar as instituições democráticas.

Antes disso, em 2021, Moraes determinou a prisão de Jefferson após a PF identificar indícios da atuação dele em uma "organização criminosa, de forte atuação digital com a nítida finalidade de atentar contra a Democracia e o Estado de Direito"

Em janeiro deste ano, a PGR defendeu que os crimes em que Jefferson é acusado devem ser julgados pelo STF, argumentando que o ex-parlamentar foi um "elo relevante" para a "engrenagem" dos ataques aos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 Inicialmente, os casos estavam tramitando em primeira instância, na Justiça do Distrito Federal.

Estadão Conteúdo

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

07:13, 21 Abr

Imagem Clima

26

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Reembolso dos descontos ilegais do INSS.
Benefício

INSS começa a pagar 13º salário dos aposentados e pensionistas na sexta (24); veja calendário

Ao todo, cerca de 35,2 milhões de pessoas terão acesso ao pagamento antecipado, que deve movimentar aproximadamente R$ 78,2 bilhões na economia.

Henrique Queiroz Filho e Eduardo da Fonte.
Posição

Henrique Queiroz Filho defende trabalho de Eduardo da Fonte: 'credencia para ser futuro senador'

O deputado destacou os investimentos em unidades de referência como o IMIP, o Hospital de Câncer de Pernambuco e o Hospital das Clínicas feito pelo colega.

Geraldo Alckmin, Vice-presidente da república
Melhorias

Geraldo Alckmin recorre a ganho de produtividade com mais tecnologias para justificar fim da 6x1

De acordo com Alckmin, a redução da jornada é uma tendência mundial porque a tecnologia permite que se faça mais com menos funcionários e exige, também, mão de obra mais qualificada.

mais notícias

+

Newsletter