Em exibição nas televisões e rádios do Estado, nesta sexta-feira, 14 de novembro, o programa traz os principais investimentos estruturadores e sociais da gestão do presidente Lula.
Ministro Silvio Costa Filho. Foto: Reprodução
O alinhamento político do ministro Silvio Costa Filho e o presidente Lula, bem como as ações do Governo Federal em Pernambuco, foram destaques da primeira inserção partidária do Republicanos de Pernambuco neste segundo semestre.
Em exibição nas TVs e rádios do Estado, nesta sexta-feira, 14 de novembro, o programa traz os principais investimentos estruturadores e sociais da gestão do presidente Lula na região, reforçando o compromisso do Governo Federal e o ministro com os pernambucanos.
Na inserção, são lembradas ações que contaram com a articulação política de Silvio como a retomada das obras da Transnordestina, Arco-metropolitano e as duplicações e recuperações das BRs 104, 232 e 423.
O vídeo também traz as conquistas para o povo de Pernambuco com a construção de novos institutos federais de ensino e a ampliação do Programa Minha Casa, Minha Vida, que beneficiará milhares de pernambucanos.
Na ocasião, Silvio Costa Filho, que hoje é um dos principais auxiliares e interlocutores do Governo na atração de investimentos para o Estado, tem o seu trabalho reconhecido pelo presidente Lula na inserção partidária.
"Eu quero parabenizar o companheiro Silvio Costa, que eu escolhi para ministro de Portos e Aeroportos, e ele tem, sinceramente, dado um show no trabalho dele. E é um companheiro que só trabalha para fazer as coisas acontecerem", ressaltou Lula.
"É Silvio trazendo mais emprego, renda e desenvolvimento econômico e social para Pernambuco", finaliza o programa.
O ministro de Lula, Silvio Costa Filho, iniciou a sua participação na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) com anúncios estratégicos que reforçam o papel do Brasil na transição energética e na modernização sustentável da logística nacional.
Durante a COP30, em Belém, Costa Filho apresentou medidas que consolidam a agenda brasileira de descarbonização do transporte marítimo e o fortalecimento da navegação interior.
"O Brasil será um grande player na agenda mundial da transição energética", cravou.
As medidas fazem parte da Política de Sustentabilidade do MPor, lançada em 2025, e reforçam uma transição energética justa e integrada ao desenvolvimento econômico.
Durante a passagem pela COP30, o ministro Silvio lançou a consulta pública da Portaria de Embarcações Sustentáveis, no âmbito do Programa BR do Mar.
A iniciativa definirá critérios ambientais e sociais para a certificação voluntária de embarcações que operam na cabotagem, reconhecendo práticas que incentivem o uso de combustíveis de baixa emissão e promovam condições dignas de trabalho e inclusão social.
Entre os parâmetros previstos estão o uso de etanol, biodiesel B24, HVO, metanol verde, bio-GNL, amônia e hidrogênio verde, além do monitoramento de eficiência energética (EEXI, EEDI e CII) e da adoção de planos de eficiência (SEEMP).
A consulta ficará disponível na plataforma Participa + Brasil e será conduzida pelo MPor em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), abrindo espaço para contribuições do setor e da sociedade civil.
No mesmo dia, Silvio Costa Filho anunciou o envio ao Tribunal de Contas da União (TCU) do projeto da primeira concessão hidroviária do país, referente à Hidrovia do Rio Paraguai.
O empreendimento marca um novo ciclo de investimentos em infraestrutura voltado à modernização e ampliação da navegabilidade da hidrovia, com foco em eficiência logística, integração regional e sustentabilidade ambiental.
A concessão conectará o Corredor Centro-Oeste às principais rotas de exportação da América do Sul, fortalecendo o transporte aquaviário como modal estratégico de baixo carbono.
Ainda na Conferência, o ministro participou do painel “Corredores Verdes e de Inovação: conexões sustentáveis para o futuro”, ao lado de representantes da Maersk, do governo da Noruega e da organização Slocat. O debate abordou as estratégias para criação de rotas logísticas de baixo carbono, unindo inovação tecnológica, combustíveis limpos e eficiência operacional.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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