Carlos Viana afirmou ainda que também irá protocolar a convocação de Andrei, do ministro Alexandre de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet
Carlos Viana e André Rodrigues Foto: Foto: José Cruz/Agência Brasil/Reprodução
O senador Carlos Viana (PSD-MG) afirmou nesta terça-feira, 8 de setembro, que vai protocolar um pedido de prisão preventiva contra o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afastado do cargo por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.
Eu estou encaminhando, protocolando hoje (terça) o pedido de prisão a todas as autoridades referentes a esse caso, ao próprio ministro André Mendonça, pedindo, imediatamente, não só o afastamento, mas a prisão de Andrei Rodrigues. À Corregedoria da Polícia Federal e ao próprio Tribunal de Contas da União, pelo uso indevido do cargo e do dinheiro público para a confecção de relatórios apócrifos", declarou o parlamentar à imprensa.
Viana disse também que oficiará a ministra Cármen Lúcia para que exija um posicionamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), sobre a instalação do Conselho de Ética da Casa, e criticou o senador pelo que considera omissão no caso.
"Ele (Alcolumbre) não atende ninguém, especialmente quem está tentando que ele dê esclarecimentos, porque ele tem esclarecimentos a dar. Nós não podemos permanecer como está hoje, como se nada estivesse acontecendo. Senado está vivendo onde? Numa bolha? Senado está longe do que a população brasileira quer?", questionou.
Viana afirmou ainda que também irá protocolar a convocação de Andrei, do ministro Alexandre de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Estadão Conteúdo
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Entre os entrevistados, 2% disseram não conhecer Flávio Bolsonaro e 1% não soube responder ou não respondeu. O presidente Lula aparece logo em seguida, com 49% dos eleitores afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, de 4 a 7 de agosto. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
O levantamento ainda mostra que 81% dos eleitores dizem ter certeza do seu voto no primeiro turno, enquanto 17% podem mudar. As maiores taxas de certeza são do eleitorado de Lula (91%) e Flávio (84%).
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