São Vicente Férrer adota energia solar em todos os prédios públicos e frota com carros elétricos Foto: Divulgação
A trajetória da matriz energética brasileira em março de 2026 consolida o país como uma das nações mais limpas do planeta. Com o andamento de novos projetos de infraestrutura, as fontes renováveis — que incluem hidráulica, solar, eólica e biomassa — já respondem por mais de 90% da capacidade instalada de geração de eletricidade no território nacional. De acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o desempenho das usinas fotovoltaicas e dos parques eólicos no Nordeste foi fundamental para manter os reservatórios das hidrelétricas em níveis seguros durante este primeiro trimestre.
O crescimento da energia solar fotovoltaica é o grande destaque do rumo energético atual. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Brasil ultrapassou a marca histórica de capacidade instalada, impulsionado tanto por grandes usinas quanto pela geração própria em telhados residenciais e comerciais. Conforme destacado pela Rádio Itatiaia, o andamento de novos incentivos fiscais para o armazenamento de energia em baterias domésticas tem permitido que mais brasileiros reduzam sua dependência da rede convencional em 2026.
A trajetória da energia eólica também ganha novos contornos com o avanço das regulamentações para parques eólicos offshore (no mar). De acordo com o portal Click Petróleo e Gás, o Ibama liberou as primeiras licenças ambientais para testes de torres de alta potência no litoral do Ceará e do Rio Grande do Norte. Segundo especialistas do setor, esse rumo tecnológico permitirá aproveitar ventos mais constantes e fortes, garantindo uma geração de energia em larga escala que pode ser direcionada para a produção de hidrogênio verde, outra grande aposta do mercado em 2026.
Apesar do domínio renovável, a matriz energética brasileira mantém fontes térmicas para garantir a segurança do sistema. O uso da biomassa, proveniente do bagaço da cana-de-açúcar e resíduos florestais, segue em trajetória de crescimento, especialmente no interior de São Paulo e no Centro-Oeste. Conforme detalhado pelo portal G1, o gás natural atua como uma reserva estratégica, sendo acionado apenas em momentos de baixa produção das fontes variáveis. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o andamento das obras de gasodutos visa integrar melhor essa fonte ao Sistema Interligado Nacional (SIN).
O cenário energético em Pernambuco também reflete essa transformação nacional. De acordo com o Jornal do Commercio, o Complexo Industrial Portuário de Suape está recebendo investimentos pesados para se tornar um hub de energia limpa, com foco em biogás e hidrogênio verde. Segundo analistas locais, a trajetória de investimentos privados no estado garante a criação de empregos qualificados e o fortalecimento da indústria pernambucana, que passa a consumir uma energia com menor pegada de carbono, atendendo às exigências do mercado internacional em 2026.
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