Deputado Renato Antunes. Foto: Reprodução/Alepe
O deputado Renato Antunes fez críticas à condução dos trabalhos na Assembleia Legislativa de Pernambuco, afirmando que o regimento interno da Casa foi desrespeitado nos últimos meses, atrasando votações importantes, incluindo o remanejamento orçamentário do estado.
Segundo o parlamentar, o debate desta sessão não girou em torno da educação, mas do uso político do tema. Setores da oposição, avalia ele, instrumentalizaram a pauta educacional para proteger aliados do prefeito João Campos, citando especificamente o procurador do Recife, Pedro Pontes, cuja convocação havia sido aprovada pela Comissão de Constituição, Legislação e Justiça para prestar esclarecimentos sobre um concurso público de procurador do Recife.
“Não houve respeito ao regimento interno. Havia um parecer a um projeto tão importante quanto o da Educação, já dado nas comissões, e os pareceres foram tornados sem efeito pela presidência da Casa. As reuniões respeitaram o regimento, mas o que aconteceu é que, após a aprovação da convocação do procurador-geral do Recife, Pedro Pontes, a reunião foi anulada para impedi-la, prejudicando os professores. Para respeitar a categoria, entramos em acordo e garantimos os direitos para todos os profissionais da educação”, afirmou o deputado, presidente da Comissão de Educação da Alepe.
O parlamentar questionou ainda uma tentativa de blindagem política dentro da Casa, com uso de manobras regimentais para travar discussões relevantes, e que procuradores da Assembleia estariam sendo pressionados por interesses políticos. Em contraste, elogiou a atuação dos deputados Antonio Coelho e João Paulo, que, segundo ele, têm conduzido seus trabalhos com equilíbrio e respeito às regras da Casa.
“A Alepe está no rumo dos 200 anos, mas as atitudes desta Mesa Diretora visam apenas beneficiar uma oposição que é minoria, mas que age como se mandasse no regimento. A sociedade pernambucana não pode ser refém de manobras com viés eleitoral. Quem perde com isso é Pernambuco, com o remanejamento orçamentário travado. O que for interesse da maioria e do plenário tem que ser respeitado”, finalizou Renato.
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