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Concursos da PCPE, Banco do Brasil, Caixa, CPNU 2024 e UFPB foram alvos de fraude

A Polícia Federal cumpriu 12 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva na Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

Gabriel Alves

02 de outubro de 2025 às 09:17   - Atualizado às 09:18

Sede da Polícia Civil em Pernambuco.

Sede da Polícia Civil em Pernambuco. Foto: PCPE/Divulgação

Fraudes em concursos da Polícia Civil de Pernambuco e de Alagoas, no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) de 2024, além de seleções da Universidade Federal da Paraíba, da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, estão entre as irregularidades apuradas pela Polícia Federal na Operação Última Fase, deflagrada nesta quinta-feira, 2 de outubro.

A ação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em fraudar certames públicos.

De acordo com a PF, que contou com apoio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, três de prisão preventiva e diversas medidas cautelares, incluindo afastamento de cargos públicos e sequestro de bens, nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas. As medidas também tiveram participação do Ministério Público Federal na Paraíba.

Segundo as investigações, os candidatos beneficiados foram eliminados dos processos seletivos e afastados das funções públicas que já exerciam. Eles poderão responder por crimes de fraude em certame de interesse público, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsificação de documento público.

Da redação do Portal com informações da Polícia Federal.

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Fraude no Banco do Brasil

O Banco do Brasil foi condenado a pagar R$ 300 mil por dano moral coletivo, após ficar comprovado que utilizava estagiários de forma irregular em suas agências de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, segundo aponta matéria do Diario de Pernambuco.

Ainda de acordo com o Diario, sentença foi dada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6) e confirmada, por unanimidade, pela Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

De acordo com as apurações, o banco direcionava estagiários de níveis superior, médio e técnico para a realização de tarefas administrativas, como arquivamento de documentos, cópias, digitalização e atualização de planilhas. Essas atividades, segundo a Justiça, não tinham ligação com a formação acadêmica dos jovens e serviam como forma de substituir empregados contratados, reduzindo custos para a instituição.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi responsável pela ação, a partir de inquéritos que coletaram depoimentos e documentos junto ao banco, universidades, agências de estágio e conselhos profissionais.

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