Cartão do PIS/Pasep com dinheiro em volta. Foto: Divulgação
O valor máximo do abono salarial do PIS/Pasep que será pago em 2026 pode chegar a R$ 1.627, segundo a estimativa mais recente do Governo Federal. A projeção acompanha a revisão do salário mínimo prevista para o ano e aparece nos documentos orçamentários enviados pela União. O benefício, que para muitos trabalhadores funciona como uma espécie de 14º salário, será calculado com base no novo piso nacional.
O pagamento do abono em 2026 corresponde ao ano-base de 2024. Dessa forma, a análise de quem terá direito ao benefício considera as atividades profissionais realizadas ao longo daquele ano. O valor final varia conforme o número de meses trabalhados com carteira assinada em 2024, já que o repasse é proporcional ao tempo de serviço.
A estimativa do governo reflete a política de valorização do salário mínimo, que leva em conta a inflação e o crescimento econômico. Ainda assim, o valor definitivo só será confirmado no fim de 2025, quando o piso de 2026 for oficialmente estabelecido.
O cálculo do abono é simples: divide-se o valor do salário mínimo por 12 e multiplica-se pelos meses trabalhados no ano-base. Com a projeção atual, quem esteve empregado durante todo o ano de 2024 deverá receber R$ 1.627. Já o trabalhador que atuou apenas por um mês receberá cerca de R$ 135,58, equivalente a 1/12 do valor total.
O abono salarial do PIS/PASEP 2025 entrou em sua etapa final de disponibilização, e milhares de trabalhadores ainda não realizaram o saque. Com o prazo limite se aproximando, consultar a situação do benefício tornou-se uma urgência. De acordo com dados oficiais, mais de 152 mil pessoas seguem sem retirar o valor ao qual têm direito, mesmo com a data final já definida: 29 de dezembro de 2025. Quem deixar de sacar até esse dia perde definitivamente o benefício.
O calendário de pagamentos é fechado e não admite exceções. Isso significa que, após 29 de dezembro, o abono salarial referente ao ano-base não poderá mais ser retirado. O valor não acumula, não migra para o próximo calendário e não pode ser reaberto em outro período. Assim, o trabalhador que não efetuar o saque dentro do prazo estabelecido perde a oportunidade de receber o abono integralmente.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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