Presidente Lula Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Dois anos após o retorno de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência, mais brasileiros acreditam que a corrupção cresceu no país.
Segundo levantamento do PoderData, realizado entre 25 e 27 de janeiro de 2025, 45% da população afirma que houve um aumento na corrupção.
Esse número representa um crescimento de 6 pontos percentuais em relação ao ano anterior.
Por outro lado, o grupo que considera que a corrupção diminuiu caiu de 30% para 24% no mesmo período. Além disso, 23% dos entrevistados dizem que a situação permaneceu igual. Outros 8% não souberam responder.
O PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, realizou o levantamento com recursos próprios. Os pesquisadores entrevistaram 2.500 pessoas em 219 municípios, cobrindo as 27 unidades da Federação.
As coletas ocorreram por telefone, tanto em celulares quanto em linhas fixas. Para alcançar uma amostra equilibrada, foram feitas dezenas de milhares de ligações até que os perfis necessários fossem preenchidos.
A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.
No começo da atual gestão, 62% dos católicos aprovavam a administração petista. No levantamento atual, 48% deste grupo religioso mantêm o apoio.
O cenário indica um recuo de 14%. Na abordagem de janeiro de 2023, 31% dos seguidores da religião Católica não aprovavam o governo federal. Na nova sondagem, esse número subiu para 43%. Uma variação de 12 pontos.
Também entre os evangélicos aconteceu um declínio na aprovação. Nesse segmento, o presidente sempre enfrentou certa resistência.
A amostragem divulgada hoje aponta uma desaprovação de 68% contra 56% em janeiro de 2023. Uma queda de 12% em dois anos. A aceitação nesse grupo apresentou um recuo de 31% para 26%.
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O deputado indicou que o filho do presidente teria cometido os crimes de tráfico de influência, lavagem ou ocultação de bens e participação em corrupção passiva.
O Supremo Tribunal Federal (STF) já determinou que tais votações somente podem ser realizadas a partir do mês de outubro do segundo ano de mandato.
A mulher teria solicitado R$ 3 mil, enquanto o parlamentar discordou do valor e xingou a prostituta.
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