Jogador pernambucano Williams Oliveira do Nascimento, conhecido como Vassoura. Foto: Divulgação
O jogador pernambucano Williams Oliveira do Nascimento, conhecido como Vassoura, relatou nas redes sociais que vive momentos de tensão no Kuwait, país localizado no Golfo Pérsico. O atleta afirmou que está hospedado em um hotel na região onde ocorrem ataques atribuídos ao Irã, em meio à disputa envolvendo os Estados Unidos. Diante da situação, ele fez um apelo público ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para que auxiliem brasileiros que estão no local.
Vassoura publicou vídeos e mensagens nos stories informando que a segurança do Kuwait interceptou centenas de mísseis e drones durante os ataques. O atleta afirmou que ouve sirenes e estrondos em alguns momentos do dia. Ele descreveu o clima como tenso e disse que a situação gera aflição.
O jogador também declarou que tentou contato com a embaixada brasileira, mas afirmou que ainda não recebeu resposta. Ele pediu apoio para retirar brasileiros da região onde está hospedado. Nas publicações, ele pediu proteção a Deus e desejou dias melhores para todos que estão no Golfo.
Aos 40 anos, Vassoura construiu uma trajetória reconhecida no fut-7, no futsal e na modalidade X1. Ele se tornou um dos nomes mais conhecidos do X1 no Brasil e ajudou a popularizar o formato. Em 2018, ele recebeu o título de melhor jogador de fut-7 do mundo.
Além da carreira no Brasil, Vassoura também representou o Azerbaijão após se naturalizar. Ele disputou duas edições da Eurocopa e uma Copa do Mundo de Futsal defendendo a seleção do país europeu.
No futebol de campo, o atleta atuou por clubes tradicionais do Nordeste. Em Pernambuco, ele vestiu as camisas do Vera Cruz Futebol Clube, do Central Sport Club, do Salgueiro Atlético Clube e do Vitória das Tabocas. Ele também teve passagens pelo CSA, de Alagoas, e pelo Campinense, da Paraíba.
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O pré-candidato à Presidência reafirmou sua intenção de endurecer a pauta da segurança pública.
O posicionamento também incluiu uma fala direcionada a agressores, defendendo a responsabilização criminal em casos de violência.
O projeto mantém a organização por níveis e classes, com aumentos progressivos ao longo da carreira. Os valores seguem tabelas que consideram formação, tempo de serviço e carga horária.
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