Flávio Bolsonaro e Lula. Foto 1: Foto 2: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira, 24 de março, e reafirmou sua intenção de endurecer a pauta da segurança pública. Segundo Flávio, é preciso tratar "marginais" como merecem.
"A importância de um governo de Estado tratar esses marginais perigosos como devem ser tratados com a estrutura que é necessária do Estado, com treinamento, capacitação e modernização das forças policiais, a parte da prevenção", declarou durante evento de filiação do senador Sergio Moro ao PL
Moro deve contar com o apoio de Flávio na disputa pelo governo do Paraná. O evento foi marcado por discursos favoráveis à liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Flávio afirmou que a gestão de Lula "passa a mão na cabeça de bandido":
"É preciso redirecionar rápido o caminho que o Brasil estava seguindo, como esse atual governo, de passar a mão na cabeça de bandido, a política de desencarceramento, é taxação para tudo que é lado, é aumento de imposto, é perseguição política", falou.
O senador também disse que 2022 foi "a última vez que o atual presidente da República conseguiu enganar uma parte da população" e que, apesar do crescimento registrado em pesquisas de intenção de voto, não pode "baixar a guarda".
"Apesar de estar vendo as pesquisas neste momento, a gente não pode baixar a guarda um minuto, porque as pesquisas são um retrato de hoje. A gente olha as tendências, a gente fica feliz. Fica triste quando a pesquisa é boa para a gente, a gente elogia Quando é ruim, a gente fala que a pesquisa está errada, mas a gente tem que, cada dia, todos os dias, trabalhar com muita dedicação", declarou.
Flávio reafirmou que apoiará o deputado Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol para as vagas ao Senado pelo Paraná e disse que precisará do palanque de Moro no Paraná. Flávio disse estar alegre em fazer alianças com pessoas que têm um alinhamento com ele e que eles representam os "verdadeiros defensores da democracia".
"A gente precisa do Paraná nessa nossa estratégia nacional para mostrar o caminho ... Conto muito com a sua força, com o seu palanque lá no Paraná, para que a gente possa levar esse projeto de prosperidade também para o estado do Paraná e mostrar que o Brasil tem um futuro", disse.
O evento de filiação, realizado em Brasília, contou com a presença do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, do coordenador de campanha de Flávio, Rogério Marinho (PL-RJ), deputados e senadores.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro estava prevista para comparecer, mas justificou sua ausência pela necessidade de cuidar do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Estadão Conteúdo
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
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