Pastor Júnior Tércio critica matéria do O Globo Foto: Divulgação. Montagem: Portal de Prefeitura
O deputado estadual pastor Júnior Tércio (PP) criticou nesta terça-feira, 15 de abril, a notícia do jornal O Globo em que ironizava a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está internado após passar mal durante agenda no Rio Grande do Norte, no último final de semana.
"Globo, está mais do que claro que vocês não suportam Bolsonaro… Mas respeitem, ao menos, o momento delicado de saúde que ele enfrenta!", afirmou o parlamentar.
O pastor também afirmou que a empersa não pratica jornalismo, mas militância disfarçada.
"Ultrapassar esse limite é inaceitável. Vocês não praticam jornalismo, praticam militância disfarçada!", completou.
A manchete do veículo publicado na segunda (14) dizia: “Intestino de Bolsonaro se adianta e já está preso.”
Nesta terça (15), O Globo publicou uma nota se retratando afirmando que a matéria era de uma coluna de humor Sensacionalista publicada por engano.
CORREÇÃO: Por um erro de edição, O GLOBO não identificou como sendo da coluna de humor Sensacionalista um post sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Pedimos desculpas aos leitores.
O deputado estadual Júnior Tércio (PP) se manifestou contra a possibilidade de prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A reação veio após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinar que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido de prisão do ex-presidente no início de abril.
Nas redes sociais, o deputado classificou a solicitação como um “golpe contra a democracia”.
“Joias? Não colou. Baleias? Fracasso total. Cartão de vacinas? Outra farsa desmontada. Agora, mais um absurdo: pedido de prisão preventiva!”, escreveu.
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Dentro da estrutura da administração federal, o Poder Executivo registra a maior parte dos gastos. Sob responsabilidade direta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A declaração ocorreu durante o evento em que o candidatoa presidente oficializou o deputado Alfredo Gaspar como vice na sua chapa.
Entre os documentos enviados a PF estariam capturas de tela de conversas que indicariam uma suposta tentativa de pagamento de R$ 70 mil para que a vítima permanecesse em silêncio.
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