Bolsonaro e Moraes no STF. Foto: Antônio Augusto / TSE
O Supremo Tribunal Federal (STF) já discute possíveis destinos de Jair Bolsonaro caso ele seja condenado por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
A principal preocupação é evitar que o ex-presidente cumpra pena em instalações militares, o que poderia reacender protestos em frente a quartéis, como os registrados em Brasília após as eleições de 2022.
Diante disso, fontes ligadas ao STF revelaram que o ministro Alexandre de Moraes já estuda outras opções consideradas, duas se destacam: uma cela especial no Complexo Penitenciário da Papuda ou uma sala individual na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.
A PF, inclusive, já teria preparado um espaço reservado em sua sede, antecipando um possível pedido de prisão preventiva.
A movimentação ocorre em meio ao aumento da pressão sobre o ex-presidente.
Na última terça-feira (25), o ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro seja monitorado em tempo integral pela Polícia Federal, enquanto cumpre prisão domiciliar em Brasília.
A medida tem como pano de fundo o julgamento da chamada “trama golpista”, que terá início na próxima semana na Primeira Turma do STF, envolvendo Bolsonaro e outros sete integrantes do núcleo principal do plano.
Moraes também citou, em sua decisão, a minuta de pedido de asilo político encontrada no celular do ex-presidente como um indicativo de possível tentativa de fuga, hipótese negada pela defesa.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) apoiou o reforço na vigilância, defendendo o monitoramento em tempo real, mas com cautela para que não haja invasão de privacidade nem perturbação da vizinhança.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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